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Fim da FLEXIBILIDADE: Como a nova regulamentação muda heranças, doações e imóveis

16/01/2026


A regulamentação da Reforma Tributária foi sancionada em 14 de janeiro de 2026 e inaugura uma nova fase na tributação patrimonial no Brasil. As mudanças atingem diretamente o ITCMD e o ITBI, encerrando um ciclo de maior flexibilidade interpretativa e abrindo espaço para padronização, fiscalização intensificada e elevação do custo fiscal em transmissões de patrimônio.

O movimento não é pontual nem isolado. Ele está alinhado à lógica estrutural da Emenda Constitucional nº 132/2023, que reforça progressividade, aproximação ao valor real dos bens e redução de assimetrias entre estados e municípios. Na prática, heranças, doações e operações imobiliárias passam a ser observadas sob um novo nível de rigor.

Por Thiago Leite — Especialista em Inteligência Tributária e Sócio da L4 Taxx.

O que foi sancionado e por que isso importa

A sanção presidencial consolida a regulamentação infraconstitucional da Reforma Tributária do Consumo e, ao mesmo tempo, reforça dispositivos que impactam diretamente a tributação patrimonial.

Os principais pontos são:

  • Padronização de critérios para ITCMD e ITBI;
  • Redução da margem interpretativa de estados e municípios;
  • Maior aderência ao valor de mercado dos bens transmitidos;
  • Ampliação do poder fiscalizatório e de arbitramento.

Na prática, o patrimônio passa a ser tributado com menos “zona cinzenta” e mais objetividade fiscal.

ITCMD: progressividade obrigatória e maior rigor

A Emenda Constitucional nº 132/2023 já havia determinado que todos os estados adotassem alíquotas progressivas no ITCMD. A regulamentação agora reforça essa diretriz.

Isso significa que:

  • Quanto maior o valor transmitido, maior a alíquota;
  • Planejamentos patrimoniais simplificados perdem eficiência;
  • Heranças e doações relevantes tendem a sofrer maior carga efetiva;
  • Fiscalização tende a ser mais uniforme entre os estados.

O ITCMD deixa de ser apenas um tributo estadual “administrável” e passa a integrar uma lógica nacional de progressividade e controle.

ITBI: valor de mercado como referência central

No ITBI, o impacto prático é ainda mais sensível para operações imobiliárias.

Com a nova regulamentação:

  • O valor de mercado ganha protagonismo como base de cálculo;
  • Subavaliações perdem espaço;
  • Municípios ampliam o poder de arbitramento;
  • Transmissões onerosas tendem a ficar mais caras.

Isso eleva o custo das operações imobiliárias e aumenta o risco de autuação quando há divergência entre valor declarado e valor considerado “real” pelo fisco municipal.

Análise técnica — Thiago Leite

“A regulamentação encerra um ciclo de flexibilidade na tributação patrimonial. ITCMD e ITBI entram definitivamente em uma lógica de valor real, progressividade e fiscalização ativa. O risco deixa de estar apenas no imposto em si e passa a estar na forma como o patrimônio é estruturado, avaliado e transmitido.

Quem não tratar patrimônio como tema de governança tributária tende a pagar mais — ou pagar depois, com juros, multa e litígio.”

— Thiago Leite, L4 Taxx

Alerta L4 Taxx – Patrimônio entra no radar fiscal ampliado

  • Planejamentos patrimoniais antigos podem perder aderência;
  • Avaliações defasadas aumentam risco de arbitramento;
  • Doações fracionadas passam a ser mais observadas;
  • Operações imobiliárias exigem documentação e coerência reforçadas.

Comparativo: antes e depois da regulamentação

Dimensão Cenário anterior Novo cenário Impacto prático
ITCMD Alíquotas variadas e flexíveis Progressividade obrigatória Maior carga sobre grandes patrimônios
ITBI Base declarada com margem Valor de mercado reforçado Custo maior e mais fiscalização
Fiscalização Dispersa e reativa Padronizada e ativa Menos espaço para planejamento informal

Estudos de Caso L4 Taxx – Tributação patrimonial na prática

Objetivo destes estudos de caso: demonstrar como a nova lógica de ITCMD e ITBI exige governança patrimonial, documentação adequada, avaliação consistente e integração entre planejamento sucessório, imobiliário e tributário para reduzir risco de autuação, arbitramento e perda de eficiência fiscal.

Estudo de Caso 1 – Planejamento sucessório com patrimônio elevado
  • Contexto: família com ativos relevantes e doações recorrentes;
  • Desafio: progressividade do ITCMD elevando custo;
  • Diagnóstico L4 Taxx: modelo antigo sem governança;
  • Plano de ação: reorganização patrimonial e documental;
  • Resultado: previsibilidade fiscal e redução de risco futuro.
Estudo de Caso 2 – Operação imobiliária com divergência de valor
  • Contexto: compra e venda com valor declarado inferior;
  • Desafio: risco de arbitramento municipal;
  • Diagnóstico L4 Taxx: fragilidade na avaliação;
  • Plano de ação: laudos técnicos e alinhamento documental;
  • Resultado: mitigação de autuação e litígio.
Estudo de Caso 3 – Holding patrimonial desatualizada
  • Contexto: estrutura criada sob lógica anterior;
  • Desafio: perda de eficiência fiscal;
  • Diagnóstico L4 Taxx: desalinhamento com nova legislação;
  • Plano de ação: revisão estrutural e governança;
  • Resultado: adequação ao novo ambiente regulatório.

FAQ – principais dúvidas sobre ITCMD e ITBI após a regulamentação

As mudanças já estão valendo?

A regulamentação foi sancionada, e os efeitos dependem de normas estaduais e municipais, mas o direcionamento já é claro e irreversível.

O ITCMD vai aumentar para todos?

Não necessariamente, mas patrimônios maiores tendem a sofrer alíquotas mais altas com a progressividade obrigatória.

O ITBI sempre será pelo valor de mercado?

A tendência é essa, com maior poder de arbitramento pelos municípios.

Planejamentos antigos ainda funcionam?

Muitos precisam ser revisados para evitar ineficiência ou risco fiscal.

Herdeiros e donatários são afetados?

Sim. O impacto se dá no custo total da transmissão e na previsibilidade.

É possível mitigar impactos?

Sim, com governança patrimonial, revisão estrutural e documentação adequada.

Qual o maior risco agora?

Manter estruturas e avaliações defasadas diante de um fisco mais ativo.

Conclusão: patrimônio entra em uma nova lógica tributária

A sanção da regulamentação da Reforma Tributária marca o início de um novo ciclo para a tributação patrimonial. ITCMD e ITBI deixam de operar em um ambiente flexível e passam a integrar uma lógica de progressividade, valor real e fiscalização ativa. O custo da inércia tende a ser alto — em imposto, autuação e litígio.

Como a L4 Taxx pode apoiar sua empresa

Diagnóstico patrimonial e tributário
  • Mapeamento de riscos em ITCMD e ITBI;
  • Análise de estruturas existentes;
  • Avaliação de aderência à nova legislação.
Governança e revisão estrutural
  • Reorganização patrimonial;
  • Integração sucessória, imobiliária e tributária;
  • Documentação e trilha probatória.
Prevenção de passivos e litígios
  • Mitigação de arbitramento;
  • Redução de risco de autuação;
  • Preservação de valor patrimonial.

Patrimônio sem governança vira passivo.

A L4 Taxx traduz a nova tributação patrimonial em método, estrutura e previsibilidade — para proteger valor e reduzir risco no novo cenário.

Solicitar diagnóstico

 

Simulador: ITCMD - Nova Regra (Reforma 2026)

Compare o imposto atual com a nova Alíquota Progressiva (2% a 8%) obrigatória e a mudança da base de cálculo para Valor de Mercado.

1
Perfil
2
Valores
3
Resultado
Passo 1 de 3

Contexto da Transmissão

⚠️ Atenção: Planos de previdência VGBL/PGBL podem ter regras específicas de isenção dependendo do estado.
Passo 2 de 3

Patrimônio a Transmitir

Preenchimento obrigatório.

A nova regra exige o valor de mercado (incluindo avaliação de empresas/holdings).

Se não souber, o sistema usará o valor de mercado para ambos os cenários.

Fluxo da Herança/Doação (Nova Regra 2026)

Patrimônio (Mercado) R$ 0,00
ITCMD Progressivo R$ 0,00
Herança Líquida R$ 0,00
Regra Atual
Imposto a Pagar
R$ 0,00
Alíquota Fixa: 4%
  • Base de Cálculo: Valor Venal
  • Valor Base: R$ 0,00
Nova Regra (2026)
Imposto a Pagar
R$ 0,00
Progressiva: 2% a 8%
  • Base de Cálculo: Valor de Mercado
  • Aumento Real: + R$ 0,00
Transparência

Memória de Cálculo Detalhada

Cálculo fatiado por faixas (Exemplo médio nacional):

Faixa de Valor Alíquota Imposto
Até R$ 100 mil 2% R$ 0,00
De R$ 100k a 500k 4% R$ 0,00
De R$ 500k a 1 Milhão 6% R$ 0,00
Acima de R$ 1 Milhão 8% R$ 0,00
TOTAL PROGRESSIVO - R$ 0,00
Diagnóstico L4

Análise de Planejamento Sucessório

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Evite a sobretaxação do patrimônio familiar antes que a nova regra entre em vigor (2026).

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