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Agronegócio e REFORMA Tributária: Por que duas tabelas de preços viram estratégia real em 2027

13/01/2026


Grandes empresas do agronegócio já avaliam, de forma pragmática, a adoção de tabelas de preços duplas a partir de 2027 como resposta direta aos efeitos operacionais da Reforma Tributária do Consumo. A estratégia nasce de um problema estrutural: a dificuldade de comprovar tributos pagos na origem quando o fornecedor é pessoa física, o que compromete o aproveitamento de créditos de IBS e CBS.

Na prática, não se trata de planejamento agressivo, mas de adaptação defensiva a um sistema não cumulativo que exige prova. Onde não há comprovação do imposto na etapa anterior, não há crédito — e o custo se desloca integralmente para quem vende na ponta.

Por Thiago Leite — Especialista em Inteligência Tributária e Sócio da L4 Taxx.

Por que o agronegócio estuda tabelas de preços duplas

O ponto central está na estrutura da cadeia produtiva rural. Grande parte dos fornecedores de grãos, insumos e produtos primários opera como pessoa física, muitas vezes com faturamento anual inferior a R$ 3,6 milhões, fora do regime pleno do IVA.

Nessas operações:

  • não há destaque formal de IBS e CBS;
  • não há comprovação de imposto pago na origem;
  • o adquirente perde o direito ao crédito;
  • o custo do imposto incide integralmente na venda seguinte.

A tabela de preços dupla surge como tentativa de refletir essa diferença econômica: um preço para compras com crédito aproveitável e outro, mais oneroso, para operações sem lastro creditício.

O risco real: crédito inexistente vira custo definitivo

No modelo do IVA dual, o imposto não cumulativo depende de cadeia documental íntegra. Quando isso não ocorre, o comprador assume o impacto.

Exemplos recorrentes:

  • sementes adquiridas de produtores pessoas físicas;
  • grãos comprados de cooperados fora do regime pleno;
  • operações em que o fornecedor não opta por aderir ao IVA;
  • documentos que não permitem validação automática do crédito.

O resultado é simples: quem vende depois paga a alíquota cheia, sem compensação.

Análise técnica — Thiago Leite

“No IVA, crédito não é direito abstrato — é consequência de prova. O agronegócio sente isso antes porque sua cadeia mistura pessoas jurídicas sofisticadas com fornecedores pessoas físicas sem estrutura fiscal compatível com o novo sistema.

A tabela de preços dupla não é criatividade comercial; é tentativa de reequilibrar uma assimetria criada pela falta de lastro tributário. Quem não tratar esse tema agora vai descobrir em 2027 que margem virou imposto.”

— Thiago Leite, L4 Taxx

Consequências práticas para empresas do setor

A adoção (ou não) dessa estratégia gera efeitos relevantes:

  • Preço final: tendência de repasse de custo ao consumidor;
  • Margem: compressão em operações sem crédito;
  • Relação com fornecedores: pressão para formalização;
  • Estrutura societária: estímulo à pejotização de produtores;
  • Risco fiscal: passivo oculto se o impacto não for tratado.

Especialistas já apontam que muitos produtores rurais tendem a migrar para pessoa jurídica nos próximos anos, não por benefício, mas por sobrevivência econômica no novo sistema.

Alerta L4 Taxx – O risco não está no preço, está no crédito

Criar duas tabelas sem revisar contratos, critérios de aceitação de fornecedores e governança de crédito pode gerar disputas comerciais e fiscais. A estratégia só funciona quando sustentada por política clara, documentação e simulação prévia de impacto.

Comparativo: Cadeia com crédito x Cadeia sem crédito

Dimensão Fornecedor com crédito Fornecedor sem crédito Leitura C-level
Documentação IVA validado Sem lastro fiscal Risco embutido no preço
Crédito Aproveitável Inexistente Impacto direto na margem
Estratégia Preço único Preço diferenciado Gestão ativa da cadeia

Estudos de Caso L4 Taxx – Agronegócio e crédito no IVA

Os casos abaixo ilustram como empresas do setor estão lidando com o risco de perda de crédito na reforma tributária.

Estudo de Caso 1 – Sementeira com fornecedores PF
  • Contexto: compras majoritárias de produtores pessoas físicas.
  • Desafio: perda integral de crédito de IBS/CBS.
  • Plano L4 Taxx: simulação de preços e revisão contratual.
  • Resultado: mitigação de passivo e ajuste de margem.
Estudo de Caso 2 – Agroindústria exportadora
  • Contexto: cadeia híbrida PF/PJ.
  • Desafio: crédito inconsistente.
  • Plano L4 Taxx: segmentação de fornecedores e incentivos à formalização.
  • Resultado: estabilidade no custo tributário.
Estudo de Caso 3 – Cooperativa em transição
  • Contexto: cooperados abaixo do limite de faturamento.
  • Desafio: viabilidade econômica no IVA.
  • Plano L4 Taxx: reestruturação societária e fiscal.
  • Resultado: preservação de competitividade.

Conclusão: o IVA força decisões que antes podiam ser adiadas

A discussão sobre tabelas de preços duplas evidencia um fato incontornável: no novo sistema, quem não controla a cadeia, controla menos o resultado. O agronegócio, por sua complexidade, será um dos primeiros setores a sentir os efeitos práticos da não cumulatividade plena. Antecipar decisões é menos custoso do que reagir quando o imposto já virou preço.

Como a L4 Taxx pode apoiar sua empresa

Diagnóstico de cadeia e crédito
  • Mapeamento de fornecedores PF e PJ;
  • Identificação de riscos de perda de crédito;
  • Simulação de impacto em margem e preço.
Estruturação estratégica
  • Política de preços e contratos;
  • Incentivo à formalização;
  • Governança tributária no IVA.
Execução segura da transição
  • Preparação para 2026–2027;
  • Integração fiscal e operacional;
  • Redução de passivos ocultos.

No IVA, crédito é estratégia.

A L4 Taxx ajuda sua empresa a decidir antes que o imposto decida por você.

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