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IRPJ trimestral e CG-IBS: por que o risco fiscal agora é decisório

28/01/2026


Os últimos dias confirmaram uma mudança silenciosa, porém estrutural, no sistema tributário brasileiro: a Reforma Tributária deixa o campo conceitual e passa a produzir efeitos operacionais imediatos. Decisões recentes da Receita Federal e avanços institucionais na governança do IBS reforçam um modelo fiscal mais integrado, digital e orientado à conformidade estruturada.

Mais do que alterações pontuais, os movimentos observados sinalizam uma transformação no padrão de relacionamento entre Fisco e empresas. O foco deixa de ser apenas o recolhimento correto e passa a incluir previsibilidade, controle, rastreabilidade e capacidade demonstrável de governança.

Por Thiago Leite — Especialista em Inteligência Tributária e Sócio da L4 Taxx.

IRPJ no lucro presumido: adicional passa a ser trimestral

A Receita Federal confirmou entendimento formal segundo o qual o adicional de 10% do IRPJ, no regime do lucro presumido, deve ser apurado trimestralmente, e não mais apenas com base no resultado anual.

Na prática, isso implica:

  • O limite anual de R$ 5 milhões de receita passa a ser observado de forma proporcional;
  • Ultrapassar R$ 1,25 milhão de receita bruta em um trimestre já gera incidência do adicional naquele período;
  • Antecipação do ônus financeiro, com impacto direto em caixa, provisões e planejamento;
  • Maior sensibilidade para empresas com sazonalidade de receitas.

Embora tecnicamente defensável sob a lógica da apuração trimestral do regime, a medida altera o perfil financeiro do tributo e exige revisão imediata de controles e projeções.

Alerta L4 Taxx – IRPJ agora é decisão de caixa
  • Receita trimestral mal monitorada gera adicional inesperado;
  • Sazonalidade amplia risco de antecipação de imposto;
  • Planejamento anual isolado deixa de ser suficiente;
  • Controle de receita passa a ser variável tributária crítica.

Reforma Tributária: Comitê Gestor do IBS sai do papel

Outro avanço relevante da semana foi a definição, pelos municípios — por meio da Confederação Nacional de Municípios (CNM) — dos representantes que irão compor o Comitê Gestor do IBS (CG-IBS).

O CG-IBS será responsável por:

  • Administrar, arrecadar e fiscalizar o Imposto sobre Bens e Serviços;
  • Editar normas operacionais nacionais;
  • Coordenar a distribuição de arrecadação entre Estados e Municípios;
  • Operar o tributo durante e após o período de transição.

Com a soma das indicações dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, o Comitê deixa de ser apenas uma previsão legal e passa a integrar a governança efetiva do novo sistema.

O que muda na prática com o CG-IBS

A instalação do Comitê Gestor altera a dinâmica do contencioso e da conformidade:

  • Padronização nacional de procedimentos;
  • Redução de margens interpretativas locais;
  • Maior integração entre arrecadação, fiscalização e dados;
  • Rlevação do nível técnico exigido das empresas.

O IBS nasce com uma governança centralizada, tecnológica e orientada à consistência operacional — o oposto do modelo fragmentado de ICMS e ISS.

Governança e compliance: não é tendência, é requisito

Os acontecimentos recentes reforçam uma diretriz clara do governo federal: conformidade estruturada.

Ganham protagonismo:

  • O Programa Confia, baseado em relacionamento cooperativo;
  • A governança institucional do IBS;
  • O uso intensivo de dados, cruzamentos eletrônicos e controles preventivos.

O modelo repressivo ex post cede espaço a um sistema que exige qualidade da informação desde a origem. Erros deixam de ser exceção tolerável e passam a ser risco sistêmico.

Infográfico L4 Taxx: Governo acelera modelo fiscal digital e exige outro nível de controle das empresas.

Análise técnica — Thiago Leite

“O sistema tributário brasileiro está migrando de um modelo de arrecadação para um modelo de governança.

Quem não transformar dados, processos e decisões em método vai sentir o impacto no caixa, no risco e na previsibilidade.”

— Thiago Leite, L4 Taxx

Checklist estratégico para empresas

  • O controle de receita está estruturado por trimestre?
  • Há simulações de impacto do adicional do IRPJ no caixa?
  • Os sistemas estão preparados para CBS e IBS?
  • Existe governança clara sobre dados fiscais?
  • A empresa está alinhada a modelos cooperativos de compliance?

Estudos de Caso L4 Taxx

Os estudos de caso abaixo mostram como decisões estratégicas, aliadas à governança, documentação, integração sistêmica e trilha probatória, reduzem risco de glosa, autuação, perda de margem e impacto negativo de caixa no novo ambiente institucional.

Estudo de Caso 1 – empresa no lucro presumido com forte sazonalidade
  • Contexto: receitas concentradas em poucos trimestres.
  • Desafio: antecipação inesperada do adicional do IRPJ.
  • Diagnóstico L4 Taxx: ausência de controle trimestral e simulação.
  • Plano de ação: reestruturação de projeções e governança de receita.
  • Resultado: previsibilidade de caixa e redução de surpresas fiscais.
Estudo de Caso 2 – empresa de serviços em preparação para IBS
  • Contexto: operações pulverizadas e dados descentralizados.
  • Desafio: adequação ao modelo nacional do CG-IBS.
  • Diagnóstico L4 Taxx: risco elevado de inconsistências.
  • Plano de ação: padronização e integração sistêmica.
  • Resultado: redução de risco e ganho de eficiência operacional.
Estudo de Caso 3 – grupo empresarial buscando modelo cooperativo
  • Contexto: alto volume de operações e exposição fiscal.
  • Desafio: aderência a programas de conformidade.
  • Diagnóstico L4 Taxx: governança fragmentada.
  • Plano de ação: estruturação de compliance e trilha probatória.
  • Resultado: redução de contingências e melhoria do relacionamento fiscal.

Conclusão — o risco agora é institucional

Os movimentos recentes deixam claro: a Reforma Tributária já impacta decisões reais. O risco deixou de ser apenas interpretativo e passou a ser institucional, operacional e financeiro.

Empresas que avançarem em planejamento contínuo, governança de dados, adequação de sistemas e compliance estruturado estarão preparadas. As demais enfrentarão custos crescentes e perda de previsibilidade.

Como a L4 Taxx pode apoiar sua empresa

A L4 Taxx atua de forma técnica e estratégica na preparação das empresas para o novo ambiente fiscal.

Compliance tributário
  • Governança, controles e evidências;
  • Modelos cooperativos e gestão de riscos.
Planejamento fiscal estratégico
  • Simulações de impacto e projeções de caixa;
  • Decisões estruturadas para 2026–2033.
Revisão e recuperação tributária
  • Identificação de créditos e eficiência fiscal;
  • Segurança jurídica e previsibilidade financeira.
Transação e regularização de passivos
  • Estratégias de redução de risco e custo;
  • Estabilidade no relacionamento com o Fisco.

Sua empresa está preparada para o novo padrão fiscal?

A Reforma Tributária exige decisões estruturadas. Antecipe riscos, organize dados e ganhe previsibilidade antes que o custo se materialize.

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1
Perfil
2
Financeiro
3
Resultado
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Dados Financeiros

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Ex: Matéria-prima, Energia, Telecom, Aluguéis (PJ), Serviços tomados.

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Simulação do Split Payment

Recebimento Bruto R$ 0,00
Retenção (IBS/CBS/IS) R$ 0,00
Caixa Líquido R$ 0,00
Hoje
Carga Tributária Atual
R$ 0,00
Alíquota Efetiva: 0%
  • Regime: ...
  • Setor: ...
Reforma
Novo Cenário (IBS/CBS)
R$ 0,00
Alíquota IVA: 26.5%
  • Débito (Venda): R$ 0,00
  • Crédito (Compra): R$ 0,00
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