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RPV atrasada 2026: quando passa do prazo?

18/06/2026


RPV atrasada 2026 é uma situação que precisa ser analisada com calma, porque nem todo pagamento que parece atrasado realmente passou do prazo legal. Antes de concluir que houve demora indevida, o beneficiário deve verificar se a RPV foi expedida, autuada, incluída no lote financeiro, processada pelo tribunal, depositada em banco oficial, bloqueada por alguma restrição ou se ainda depende de alvará, documentos, herdeiros ou conferência bancária.

A Requisição de Pequeno Valor, conhecida como RPV, costuma ter pagamento mais rápido do que o precatório. No âmbito federal, o CJF informa que os TRFs realizam depósitos mensais nos bancos oficiais, com prazo de até 60 dias após a expedição para efetivação do depósito. Já o TRF1 orienta que, na prática, o pagamento leva em média 60 dias contados da autuação da requisição no tribunal, com depósito normalmente no fim do mês seguinte à autuação.

Essa diferença entre expedição, autuação, liberação financeira, depósito e saque é a principal causa de confusão. O beneficiário vê uma movimentação no processo e começa a contar 60 dias a partir da data errada. Em outros casos, a RPV já foi depositada, mas o banco ainda exige documento, alvará, regularização de CPF, representação de pessoa jurídica ou habilitação de herdeiros.

Também há situações em que a RPV não entrou no lote esperado, foi devolvida para correção, sofreu retenção, teve divergência cadastral, depende de manifestação do juízo ou ainda não teve liberação financeira pelo tribunal. Por isso, a expressão “RPV atrasada” deve ser investigada com base no processo, não apenas por ansiedade ou por mensagem de terceiros.

Quando o crédito ultrapassa o limite de RPV e vira precatório, a estratégia muda completamente. O prazo pode ser maior e o credor pode avaliar a venda do precatório para a L4 Ativos, antecipando liquidez com contrato, análise documental e pagamento seguro.

Por Bruno Leite — Especialista em Ativos Judiciais e Sócio da L4 Ativos.

Leia mais sobre:
RPV autuada em 2026: entenda o prazo médio de 60 dias

Conteúdo da Postagem:

RPV atrasada 2026: quando o pagamento realmente passa do prazo?

Para saber se a RPV está atrasada, o primeiro passo é identificar a data correta de referência. Em regra, o prazo de pagamento da RPV está associado à intimação do ente devedor, à expedição da requisição ou à autuação no tribunal, conforme a esfera, o tribunal e o fluxo administrativo aplicável.

No âmbito federal, a prática dos TRFs costuma ser observada pelo mês de autuação. O TRF1 informa que RPVs autuadas em determinado mês tendem a ter o valor depositado no final do mês seguinte, independentemente do dia da autuação. Isso ajuda a organizar a expectativa do beneficiário, mas não dispensa a consulta individual no portal do tribunal.

A RPV pode parecer atrasada quando o beneficiário conta o prazo a partir da sentença, da homologação do cálculo ou da expedição pelo juízo de origem, mas a requisição ainda não foi autuada no tribunal. Também pode parecer atrasada quando o CJF liberou recursos em notícia geral, mas o TRF ainda está processando o depósito conforme cronograma próprio.

Portanto, antes de concluir que houve atraso, confirme: data de expedição, data de autuação, tribunal responsável, lote financeiro, banco oficial, valor depositado e existência de pendência.

Aprofunde neste conteúdo:
RPV liberada 2026: quando o dinheiro cai na conta?

Análise técnica — Bruno Leite

RPV atrasada não pode ser analisada apenas pelo calendário do beneficiário. É preciso olhar a fase processual correta. Uma coisa é sentença favorável. Outra é requisição expedida. Outra é autuação no tribunal. Outra é liberação do lote. Outra é depósito em banco oficial. E outra é saque disponível.

Quando o crédito é RPV, a estratégia é acompanhar o tribunal e corrigir pendências. Quando o crédito é precatório, a lógica muda: fila, prazo, orçamento, valor líquido e venda entram na análise. Em ambos os cenários, o credor precisa evitar decisão por ansiedade e agir com base em documentos.

— Bruno Leite, CEO L4 Ativos

Alerta L4 ATIVOS – RPV atrasada não se resolve com Pix ou taxa de desbloqueio
  • Prazo de 60 dias deve ser contado a partir da fase correta, conforme o tribunal e o tipo de requisição;
  • RPV expedida não é a mesma coisa que RPV autuada, depositada ou sacável;
  • Liberação pelo CJF não confirma automaticamente que o valor individual está disponível;
  • Banco oficial precisa ser confirmado no processo ou no portal do tribunal;
  • Pendências como alvará, CPF, herdeiros, bloqueio ou documentação podem impedir o saque;
  • Golpes usam a ansiedade do atraso para cobrar taxa, imposto, certidão, alvará digital ou Pix falso.

8 motivos pelos quais uma RPV pode parecer atrasada em 2026

1. O prazo foi contado da sentença, não da requisição

O primeiro motivo é contar o prazo a partir da sentença. A sentença favorável reconhece o direito, mas não significa que a RPV já foi expedida ou enviada ao tribunal. Antes do pagamento, podem existir trânsito em julgado, cálculos, impugnações, homologação, expedição da requisição e autuação.

O beneficiário que conta 60 dias a partir da sentença tende a achar que o pagamento atrasou, quando o processo ainda está em fase anterior. A data relevante deve ser confirmada na movimentação processual.

Em ações previdenciárias, por exemplo, é comum haver implantação do benefício em uma fase e pagamento dos atrasados em outra. O crédito pode ser reconhecido, mas a RPV ainda precisa ser formalizada.

A pergunta correta é: a RPV já foi expedida e autuada no tribunal?

2. A RPV foi expedida, mas ainda não foi autuada

O segundo motivo é a diferença entre expedição e autuação. A expedição ocorre quando o juízo emite a requisição. A autuação ocorre quando a requisição é registrada no tribunal que processará o pagamento.

Se a RPV foi expedida, mas ainda não autuada, o fluxo financeiro pode não ter começado do ponto prático usado pelo tribunal. O beneficiário deve acompanhar se houve envio ao TRF, registro, número da requisição e inclusão em lote.

Essa etapa pode causar confusão porque o processo já mostra movimentação positiva. Porém, ainda pode faltar processamento administrativo.

Quando a autuação aparece, o mês de autuação ajuda a estimar o depósito.

3. A RPV foi autuada, mas ainda não entrou no lote financeiro

O terceiro motivo é a espera pelo lote financeiro. O CJF libera mensalmente limites financeiros aos TRFs para pagamento de RPVs autuadas em determinado período. Depois disso, cabe aos TRFs efetuar os depósitos conforme seus cronogramas.

Em maio de 2026, por exemplo, o CJF liberou mais de R$ 2,5 bilhões para pagamento de RPVs autuadas em abril de 2026, abrangendo mais de 208 mil beneficiários. Ainda assim, cada beneficiário precisa consultar o TRF responsável para confirmar sua situação individual.

A notícia nacional informa o volume geral. O processo mostra se a sua RPV específica entrou no lote, se foi processada e se o depósito foi encaminhado ao banco.

Sem consulta individual, a liberação geral pode criar falsa expectativa.

4. O depósito foi feito, mas o beneficiário não conferiu o banco

O quarto motivo é o depósito em banco oficial não consultado. Muitas RPVs são depositadas em contas judiciais ou individualizadas em bancos oficiais, como Caixa Econômica Federal ou Banco do Brasil. O valor não cai automaticamente na conta pessoal do beneficiário.

Se o beneficiário não consulta o processo, pode não saber qual banco recebeu o depósito. Também pode ir à agência errada ou procurar antes de o valor estar disponível no sistema bancário.

O ideal é verificar a movimentação processual, banco depositário, data, número da conta judicial quando disponível, documentos exigidos e eventual possibilidade de transferência por TED.

RPV depositada não significa sempre aviso automático ao beneficiário.

5. Há pendência de documento, alvará ou CPF

O quinto motivo é a documentação. Mesmo que a RPV tenha sido depositada, o saque pode depender de documentos pessoais, CPF regular, identificação compatível, procuração, alvará, dados bancários, contrato social, poderes de representação ou documentos de herdeiros.

Quando há divergência de nome, CPF, falecimento, bloqueio ou exigência judicial, o banco pode recusar o levantamento até que a pendência seja resolvida. Isso pode parecer atraso do pagamento, mas na prática é uma trava de saque.

A solução depende de identificar a pendência concreta. Em alguns casos, basta apresentar documentos. Em outros, é necessário peticionar no processo ou pedir alvará.

O dinheiro pode estar depositado, mas não estar livre para saque.

6. A RPV tem bloqueio, penhora ou retenção

O sexto motivo é restrição judicial. A RPV pode sofrer bloqueio, penhora, reserva de honorários, retenção de imposto, compensação, ordem judicial específica ou discussão sobre titularidade. Nessas situações, o valor pode não ser liberado integralmente ao beneficiário.

Também pode haver divergência entre valor bruto, valor atualizado, valor depositado e valor líquido. O beneficiário pode achar que falta dinheiro, quando parte do montante foi reservada ou retida.

É essencial consultar a movimentação processual e, se necessário, o advogado do caso, para entender se existe restrição sobre o levantamento.

Valor depositado com restrição não é atraso simples. É pendência processual.

7. O beneficiário faleceu antes do saque

O sétimo motivo é o falecimento do titular. Quando o beneficiário morre antes do saque, o banco não deve liberar o valor automaticamente para qualquer familiar. Pode ser necessário alvará, inventário, formal de partilha, habilitação de herdeiros ou documentação sucessória.

A família pode interpretar isso como atraso, mas na verdade a questão é legitimidade para receber. O crédito existe, mas precisa ser transferido ou liberado aos sucessores corretos.

Herdeiros devem verificar certidão de óbito, inventário, alvará, partilha, dependentes habilitados e eventuais exigências do juízo. O procedimento varia conforme o caso.

Quando há falecimento, a pressa precisa ser substituída por regularização documental.

8. O crédito não é RPV, mas precatório

O oitavo motivo é confundir RPV com precatório. Se o valor ultrapassou o limite de pequeno valor aplicável ao ente devedor, o pagamento pode não seguir o prazo de RPV. Nesse caso, o crédito tende a entrar no regime de precatórios.

O credor que espera pagamento em 60 dias, quando na verdade o crédito é precatório, terá uma expectativa completamente errada. Precatório envolve fila, orçamento, ordem cronológica, atualização, lista de pagamento e prazo maior.

Nessa situação, a pergunta muda: vale esperar a fila, aderir a acordo direto, ceder parcialmente ou vender o precatório para a L4 Ativos?

Identificar corretamente o tipo de crédito evita meses de expectativa errada.

Veja também:
Diferença entre RPV e precatório 2026: prazo, limite e estratégia

RPV atrasada 2026: o que fazer em cada situação?

A tabela abaixo ajuda o beneficiário a identificar se existe atraso real, pendência documental, erro de consulta, depósito não localizado ou confusão entre RPV e precatório.

Situação encontrada O que pode significar Risco de interpretação Conduta recomendada
Sentença favorável há mais de 60 dias Pode ainda não haver RPV expedida ou autuada. Achar que o pagamento já atrasou. Verificar cálculo, homologação, expedição e autuação.
RPV expedida, mas sem depósito Pode faltar autuação, lote financeiro ou processamento pelo tribunal. Ir ao banco antes da fase correta. Consultar número da requisição e mês de autuação.
RPV autuada há mais de 60 dias Pode haver atraso real, lote pendente ou informação bancária não verificada. Confiar em mensagem de terceiro sobre liberação. Consultar TRF, movimentação, banco, lote e eventuais pendências.
RPV depositada, mas não sacada Valor pode estar em banco oficial aguardando documentos ou alvará. Achar que o dinheiro sumiu ou foi perdido. Confirmar banco, documentos, restrições e levantamento anterior.
Crédito virou precatório Valor ultrapassou o limite de pequeno valor e seguirá outro regime. Esperar pagamento rápido como se fosse RPV. Avaliar fila, prazo, valor líquido e venda para a L4 Ativos.
Checklist estratégico para investigar RPV atrasada em 2026
  • A ação já transitou em julgado?
  • Os cálculos foram homologados?
  • A requisição foi expedida?
  • A RPV foi autuada no tribunal?
  • Qual é o mês de autuação?
  • O tribunal competente foi identificado?
  • A RPV entrou em lote liberado pelo CJF ou pelo órgão responsável?
  • O banco oficial foi confirmado no processo?
  • O depósito já aparece na movimentação processual?
  • O valor está disponível para saque ou há restrição?
  • Há exigência de alvará?
  • O CPF ou CNPJ do beneficiário está regular?
  • Há herdeiros, inventário, formal de partilha ou procuração?
  • Existe bloqueio, penhora, honorários destacados ou retenção?
  • Algum contato pediu Pix, taxa, certidão ou imposto para liberar a RPV?
Scoring L4 Ativos: índice de diagnóstico da RPV atrasada

O scoring abaixo ajuda o beneficiário a medir se existe atraso real, erro de contagem de prazo, pendência documental ou confusão com precatório.

Pontuação Interpretação Conduta recomendada
0–39 pontos Baixa clareza. O beneficiário ainda não sabe se a RPV foi expedida, autuada, liberada, depositada ou se virou precatório. Não pagar taxa, não ir ao banco e não concluir atraso antes de consultar o processo.
40–69 pontos Clareza intermediária. A RPV foi localizada, mas faltam lote, banco, depósito, valor líquido ou documentos. Consultar o tribunal, verificar banco oficial e mapear pendências de saque.
70–89 pontos Boa clareza. O atraso aparente está explicado por fase administrativa, documento ou banco. Regularizar documentos, alvará ou acompanhar o depósito conforme o cronograma.
90–100 pontos Alta clareza. Fase, prazo, banco, valor líquido, documentos e tipo de crédito estão definidos. Sacar com segurança ou, se for precatório, avaliar estratégia de liquidez.

Como calcular o scoring da RPV atrasada

Fase processual: até 25 pontos

Atribua até 25 pontos se o beneficiário sabe se houve sentença, trânsito, cálculo, homologação, expedição e autuação da RPV.

Prazo e autuação: até 20 pontos

Atribua até 20 pontos se o mês de autuação foi identificado e se o prazo foi contado conforme a fase correta do tribunal competente.

Lote, depósito e banco: até 25 pontos

Atribua até 25 pontos se o lote financeiro, o banco oficial, o depósito e a movimentação processual foram confirmados.

Valor líquido e documentos: até 20 pontos

Atribua até 20 pontos se valor bruto, valor líquido, honorários, imposto, bloqueios, penhoras, alvará, CPF e herdeiros foram revisados.

Prevenção de golpe e estratégia: até 10 pontos

Atribua até 10 pontos se o beneficiário não pagou Pix suspeito e confirmou se o crédito é RPV ou precatório antes de decidir.

Veja também:
RPV não sacada em 2026: o que acontece com o valor?

Erros comuns quando a RPV parece atrasada

Contar 60 dias da data errada

O prazo deve ser analisado conforme a fase correta do processo. Contar a partir da sentença, sem confirmar expedição ou autuação, pode gerar falsa impressão de atraso.

Confundir liberação geral com depósito individual

Notícia do CJF ou do tribunal sobre liberação de RPVs não significa automaticamente que a sua requisição específica já está disponível para saque.

Ir ao banco antes de confirmar o depósito

O beneficiário deve consultar a movimentação processual e o banco oficial antes de se deslocar. Nem toda RPV autuada já está depositada.

Ignorar pendência de alvará ou herdeiros

Se o beneficiário faleceu, se há restrição ou se o caso exige autorização judicial, o valor pode ficar parado até regularização.

Achar que prioridade antecipa RPV federal

O TRF1 informa que não há antecipação do pagamento de RPV mesmo diante de prioridade por idade, doença grave ou deficiência quando o pagamento depende da liberação de recursos federais.

Pagar taxa para destravar RPV atrasada

Taxa de desbloqueio, Pix de alvará, imposto antecipado, certidão falsa ou promessa de liberação imediata são sinais de golpe.

Estudos de Casos - L4 ATIVOS

Os estudos abaixo mostram como a análise correta evita erro de prazo, golpe, ida desnecessária ao banco e confusão entre RPV atrasada e precatório.

Caso de Sucesso 1 - Beneficiário contava o prazo desde a sentença

Um beneficiário acreditava que a RPV estava atrasada havia meses, mas a análise mostrou que a requisição só havia sido autuada recentemente no tribunal.

  • Contexto: ação previdenciária com sentença favorável e RPV posterior;
  • Desafio: identificar a data correta para acompanhar o pagamento;
  • Plano de ação: consulta do processo, expedição, autuação, lote, banco e valor líquido;
  • Resultado: o beneficiário entendeu que o prazo prático ainda estava dentro do fluxo esperado.
Caso de Sucesso 2 - RPV depositada estava parada por pendência documental

Uma RPV já havia sido depositada em banco oficial, mas o beneficiário não conseguia sacar por divergência cadastral e ausência de documento atualizado.

  • Contexto: RPV federal com depósito identificado;
  • Desafio: diferenciar atraso de pagamento e trava de saque;
  • Plano de ação: verificação do banco, documentos, CPF, movimentação e exigência bancária;
  • Resultado: o problema deixou de ser tratado como atraso e passou a ser resolvido como pendência documental.
Caso de Sucesso 3 - Crédito não era RPV, mas precatório em formação

Um credor esperava receber em 60 dias, mas o valor homologado ultrapassava o limite de RPV. A análise mostrou que o crédito seguiria como precatório, com prazo maior.

  • Contexto: crédito judicial acima do limite de pequeno valor;
  • Desafio: ajustar expectativa de prazo e estratégia de liquidez;
  • Plano de ação: análise do valor, limite aplicável, tipo de requisição, fila provável e proposta de venda;
  • Resultado: o credor passou a avaliar a venda do precatório para a L4 Ativos como alternativa de liquidez.

FAQ - RPV atrasada em 2026

As respostas abaixo esclarecem dúvidas frequentes de aposentados, pensionistas, servidores, empresas, beneficiários do INSS, herdeiros e credores que aguardam pagamento de RPV em 2026.

Quando uma RPV é considerada atrasada?

Depende da fase correta. Em geral, é preciso verificar expedição, autuação, prazo aplicável, lote financeiro, depósito e movimentação do tribunal antes de concluir que houve atraso.

O prazo de 60 dias conta da sentença?

Normalmente não. A sentença é etapa anterior. O prazo deve ser analisado a partir da requisição, intimação, expedição ou autuação, conforme o fluxo aplicável ao tribunal e ao ente devedor.

RPV autuada há mais de 60 dias e não depositada: o que fazer?

Consulte o tribunal competente, verifique se entrou em lote financeiro, confirme banco oficial, veja se há pendência ou restrição e procure orientação no processo antes de tomar qualquer medida.

Notícia de liberação do CJF significa que minha RPV caiu?

Não necessariamente. A liberação do CJF é geral. O depósito individual deve ser confirmado no TRF responsável, conforme cronograma próprio.

Posso antecipar RPV atrasada por idade ou doença?

No fluxo informado pelo TRF1, não há antecipação de RPV por prioridade quando o pagamento depende de liberação de recursos federais. O pagamento segue o repasse financeiro e o processamento do tribunal.

RPV atrasada pode estar no banco?

Sim. Em alguns casos, o valor já está depositado, mas o beneficiário não consultou o banco correto, não apresentou documentos ou depende de alvará.

Tenho que pagar taxa para destravar RPV?

Não pague Pix, taxa de desbloqueio, imposto antecipado ou certidão enviada por desconhecidos. Valide tudo no tribunal, banco oficial ou advogado de confiança.

Se não for RPV, posso vender o precatório?

Sim. Se o crédito for precatório, a L4 Ativos pode avaliar valor líquido, prazo provável, documentos, fila e possibilidade de compra segura.

Leia também:
RPV previdenciária 2026: INSS, prazo e consulta

Aprofunde mais aqui:
Consulta de RPV 2026 por CPF: passo a passo

Conclusão: RPV atrasada em 2026 exige diagnóstico antes de qualquer ação

RPV atrasada em 2026 pode ser atraso real, mas também pode ser erro na contagem do prazo, ausência de autuação, lote ainda não liberado, depósito não consultado, banco errado, documento pendente, alvará, herdeiros, bloqueio ou confusão com precatório.

O beneficiário deve consultar o tribunal competente, confirmar expedição, autuação, lote, depósito, banco oficial, valor líquido e documentos. Também deve desconfiar de qualquer cobrança informal para liberar o valor, especialmente por Pix, link de WhatsApp ou suposto alvará digital.

Se o crédito for RPV, o foco é acompanhar e regularizar o saque. Se for precatório, o credor deve avaliar prazo, fila, risco, valor líquido e possibilidade de venda para a L4 Ativos, antecipando liquidez com segurança.

Serviços L4 Ativos relacionados

A L4 Ativos apoia credores na análise de créditos judiciais, especialmente quando há dúvida entre RPV, precatório, prazo, banco, valor líquido, documentos, herdeiros e possibilidade de venda segura.

Análise de RPV atrasada, depósito e valor líquido
  • Verificação do processo, número da requisição, tribunal competente e fase do pagamento;
  • Identificação de expedição, autuação, lote financeiro, banco oficial e depósito;
  • Apuração de valor bruto, valor líquido, honorários, imposto, retenções, bloqueios e penhoras;
  • Análise de alvará, documentos, CPF, pessoa jurídica, herdeiros, inventário e procuração;
  • Diagnóstico para saber se há atraso real, pendência de saque ou confusão com precatório.
Venda segura de precatório
  • Avaliação profissional de precatórios federais, estaduais, municipais e distritais;
  • Estimativa de prazo provável, risco do ente devedor e valor líquido disponível;
  • Estruturação de proposta de compra com contrato claro e pagamento rastreável;
  • Análise de cessão total ou parcial, saldo remanescente e documentação;
  • Direcionamento da venda do precatório para a L4 Ativos, com foco em liquidez, segurança e decisão patrimonial.

Sua RPV passou do prazo ou virou precatório?

Antes de pagar taxa, clicar em link, ir ao banco sem confirmação ou esperar sem saber a fase correta, envie seu caso para a L4 Ativos. Avaliamos se é RPV ou precatório, prazo, banco, valor líquido, pendências e possibilidade de venda segura do crédito judicial.

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