Golpe do falso advogado em precatórios acontece quando criminosos usam dados reais do processo, nome do credor, número da ação, suposto valor a receber, foto de advogado, brasão de tribunal, linguagem jurídica e urgência emocional para cobrar PIX, taxa, guia, imposto, custas ou “desbloqueio” antes da liberação do precatório ou RPV. A regra de proteção é simples: tribunal não cobra pagamento antecipado para liberar precatório, e venda segura de crédito judicial deve ter contrato, identificação do comprador, pagamento rastreável, validação documental e análise profissional antes de qualquer assinatura.
O golpe ficou mais perigoso porque os fraudadores não abordam mais o credor de forma genérica. Eles chegam com informações que parecem verdadeiras. Sabem o nome da parte, citam o advogado, mandam número de processo, simulam documentos, usam mensagens por WhatsApp e criam sensação de urgência: “se não pagar hoje, perde o prazo”, “o juiz liberou”, “falta apenas a taxa”, “precisa recolher imposto”, “tem que fazer PIX para desbloquear”.
O CNJ informou que sua Ouvidoria registrou denúncias sobre o golpe do falso advogado e passou a articular medidas com tribunais e áreas técnicas para reforçar a segurança. Também destacou que criminosos usam dados reais de processos para se passar por advogados e convencer vítimas a pagar valores antecipados.
Em precatórios, o golpe costuma aparecer em três momentos: quando o credor espera pagamento, quando o valor foi liberado ou quando o titular começa a procurar compradores para vender o crédito. Por isso, a decisão de venda precisa ser organizada. Quem deseja vender deve validar identidade, proposta, contrato, documentos, banco, preço, titularidade e canal oficial.
A L4 Ativos atua na compra de precatórios com foco em análise documental, proposta clara, contrato formal, pagamento rastreável e segurança para o credor.
Por Bruno Leite — Especialista em Ativos Judiciais e Sócio da L4 Ativos.
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O que é o golpe do falso advogado em precatórios?
Golpe do falso advogado em precatórios é uma fraude em que criminosos se passam por advogados, servidores, escritórios, representantes de tribunais ou intermediários para convencer o credor a pagar valores antecipados sob a falsa promessa de liberar precatório, RPV, alvará, guia, imposto, custas, taxa cartorária, taxa de desbloqueio ou transferência bancária.
O golpe é convincente porque os criminosos podem usar informações reais do processo. O CNJ destacou que fraudadores utilizam dados como número da ação, nome das partes e andamento processual para aumentar a credibilidade da abordagem.
O fato de alguém saber o número do processo não prova que essa pessoa é advogado, servidor do tribunal, comprador autorizado ou representante legítimo. Dados processuais podem ser obtidos em consultas públicas, documentos antigos, grupos, vazamentos, mensagens compartilhadas ou cadastros expostos.
A regra central é: informação verdadeira pode ser usada em golpe falso.
Taxa para liberar precatório existe?
Não se deve aceitar pedido de pagamento antecipado por WhatsApp, telefone, e-mail ou mensagem privada para liberar precatório ou RPV. O TRF4 alerta que não é exigido depósito prévio de qualquer valor em dinheiro para liberação de precatórios e RPVs na Justiça Federal. O TRF3 também esclarece que a Justiça Federal nunca condiciona o recebimento de precatórios a depósitos de qualquer natureza, taxas, custas ou despesas solicitadas por telefone, mensagem ou e-mail.
Isso não elimina a existência de tributos, honorários ou retenções legítimas em alguns créditos. Mas esses valores seguem regras próprias, aparecem em demonstrativos, decisões, contratos ou documentos oficiais, e não devem ser pagos por PIX urgente para pessoa desconhecida.
A diferença é simples:
- retenção legítima: aparece no processo, no demonstrativo, no banco ou em contrato válido;
- golpe: exige pagamento antecipado para “liberar” dinheiro que supostamente já está pronto.
Se alguém pediu PIX para liberar precatório, pare e valide antes de qualquer ação.
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Por que o golpe aumenta quando precatórios são liberados?
Quando há liberação de precatórios federais, estaduais ou municipais, cresce a expectativa dos credores. Esse é o momento em que muitas pessoas procuram informações sobre banco, saque, alvará, demonstrativo, calendário, advogado, valor líquido e possibilidade de venda.
A OAB/RS alertou em 2026 para possível aumento de golpes do falso advogado com a liberação de precatórios federais. O motivo é claro: criminosos exploram o período em que milhares de credores estão atentos a mensagens sobre pagamento.
O golpe se aproveita de três fatores:
- expectativa financeira: o credor espera receber valor relevante;
- complexidade jurídica: nem todos entendem precatório, RPV, alvará, TRF, banco e demonstrativo;
- urgência emocional: o fraudador cria medo de perder prazo ou oportunidade.
Esse ambiente também aparece quando o credor pensa em vender. Se o titular começa a conversar com compradores, enviar documentos e comparar propostas, precisa ter método para separar empresa séria de abordagem fraudulenta.
Análise técnica — Bruno Leite
O golpe do falso advogado em precatórios é perigoso porque mistura dado verdadeiro com pedido falso. O número do processo pode ser real. O nome do credor pode estar correto. O valor aproximado pode parecer plausível. Mesmo assim, o pedido de PIX para liberar pagamento pode ser fraude.
Na venda de precatório, a proteção está na governança: validar identidade, conferir processo, revisar documentos, formalizar contrato, não pagar taxa antecipada e receber por meio rastreável. Quem vende no improviso fica exposto. Quem vende com método reduz risco.
— Bruno Leite, CEO L4 Ativos
Alerta L4 ATIVOS – Pedido de PIX para liberar precatório é sinal vermelho
- Tribunais não exigem PIX para liberar precatório ou RPV por mensagem privada;
- Dados reais do processo não provam que o contato é legítimo;
- Urgência excessiva é técnica comum de fraude;
- Taxa, guia, imposto ou custas para “desbloquear” valor devem ser conferidos no processo e com o advogado verdadeiro;
- Venda de precatório exige comprador identificado, contrato claro e pagamento rastreável;
- L4 Ativos não orienta credor a pagar taxa antecipada para receber proposta de compra.
10 sinais de golpe do falso advogado em precatórios
1. Pedido de PIX para liberar precatório
O sinal mais grave é o pedido de PIX, TED, depósito, boleto ou guia para liberar precatório, RPV, alvará, imposto, custas, taxa de cartório ou “desbloqueio”. O fraudador geralmente diz que o valor está pronto, mas falta uma pequena quantia para concluir a liberação.
Essa lógica é típica de golpe: prometer dinheiro grande em troca de pagamento pequeno e urgente.
Na venda segura, o fluxo é diferente. O comprador analisa o crédito, apresenta proposta, formaliza contrato e paga o cedente conforme a operação acordada. O credor não deve pagar taxa para ser pago.
Se pediu dinheiro antes, pare.
2. Mensagem com tom de urgência
Golpistas pressionam o credor com frases como “vence hoje”, “o juiz liberou”, “se não pagar perde o valor”, “precisa resolver agora”, “a fila fecha às 17h”, “o banco exigiu”, “o cartório cobrou” ou “o sistema vai cancelar”.
A urgência reduz a capacidade de conferência. O credor fica ansioso, pula etapas, não liga para o advogado verdadeiro, não acessa o tribunal e transfere o valor.
Precatório não deve ser tratado por impulso. Qualquer contato urgente precisa ser validado por canal independente.
A pressa do fraudador é parte do golpe.
3. Uso de número de processo verdadeiro
Muitos credores caem porque o criminoso sabe o número do processo. Mas o CNJ alerta que fraudadores usam dados reais de processos para convencer vítimas.
Saber número do processo, nome da parte, advogado, vara ou andamento não comprova legitimidade. Essas informações podem circular em documentos, consultas públicas, sistemas, grupos e mensagens antigas.
A validação deve ser feita por outro caminho: contato direto com o advogado em número já conhecido, consulta ao site oficial do tribunal, conferência no Cadastro Nacional de Advogados da OAB, análise do processo e verificação da empresa compradora.
Dado verdadeiro não transforma contato falso em contato seguro.
4. Foto de advogado, brasão de tribunal ou documento falso
Fraudadores usam foto de advogado real, logo de escritório, brasão do tribunal, assinatura falsa, papel timbrado, QR Code, guia falsa e documento com linguagem jurídica. Isso cria aparência de autoridade.
O credor deve desconfiar de documentos enviados por WhatsApp sem validação no processo. Guia verdadeira, alvará verdadeiro, demonstrativo verdadeiro e certidão verdadeira podem ser conferidos em fontes oficiais ou com profissional de confiança.
Na venda de precatório, contrato também precisa ser verificado: quem compra, qual CNPJ, qual valor, qual forma de pagamento, qual crédito, qual cessão, qual data-base e qual responsabilidade.
Aparência formal não basta.
5. Contato por número desconhecido dizendo ser do advogado
O golpe costuma começar por número novo: “o doutor trocou de número”, “sou da equipe do advogado”, “falo em nome do escritório”, “sou do financeiro do tribunal”, “sou do setor de precatórios” ou “sou correspondente”.
Antes de responder, o credor deve ligar para o número antigo do advogado ou escritório que já conhece. Não use apenas o número que mandou a mensagem. Também é recomendável consultar o nome do advogado na OAB e verificar se o canal pertence ao escritório real.
No mercado de compra, o mesmo cuidado vale: confirme site, telefone, CNPJ, contrato, endereço, histórico e canal oficial.
Número novo não deve ser tratado como confiança nova.
6. Cobrança de imposto fora do processo
Imposto de Renda pode existir em precatórios, especialmente conforme natureza do crédito, demonstrativo e regras aplicáveis. Mas imposto legítimo não deve ser pago por PIX urgente para pessoa física desconhecida sob promessa de liberar valor.
Quando há retenção legítima, ela aparece no demonstrativo, no banco, em informe de rendimentos ou no processo. O credor deve conferir antes de pagar qualquer valor.
Na venda, a tributação também precisa ser considerada no valor líquido. A proposta deve comparar o que o credor receberia após retenções com o valor oferecido pelo comprador.
Imposto real se confere. Imposto por WhatsApp se desconfia.
7. Promessa de liberação imediata sem consulta ao tribunal
O fraudador promete liberação imediata, mas impede o credor de consultar o tribunal, advogado verdadeiro ou banco. Diz que “não pode demorar”, “o sistema vai cancelar”, “o juiz está aguardando” ou “o prazo é de minutos”.
Precatório tem fluxo oficial: processo, tribunal, banco, alvará quando necessário, demonstrativo e documentos. Mesmo quando o pagamento está disponível, é possível conferir movimentação.
Quem impede conferência está criando risco.
Na venda segura, a análise suporta perguntas. Golpe não suporta validação.
8. Proposta de compra sem contrato claro
Nem todo golpe cobra taxa. Alguns golpes aparecem como falsa compra de precatório. A pessoa diz que compra, pede documentos, solicita assinatura, pede conta, promete pagar depois, manda contrato genérico ou tenta obter procuração ampla.
Venda de precatório precisa ter proposta formal, comprador identificado, crédito descrito, preço, data-base, forma de pagamento, cessão total ou parcial, responsabilidades, assinatura e rastreabilidade.
O credor não deve enviar documentos sensíveis ou assinar procuração ampla sem saber quem é o comprador e qual operação está sendo feita.
Comprador sério explica. Golpista apressa.
9. Pedido para não falar com advogado ou família
Fraudadores costumam isolar a vítima. Dizem que “não precisa avisar ninguém”, “o advogado pediu sigilo”, “se falar com outra pessoa perde o prazo”, “não envie para ninguém” ou “é procedimento interno”.
Esse isolamento é sinal forte de fraude. Precatório envolve valor relevante e deve ser conferido com calma, especialmente se o credor é idoso, herdeiro, pensionista, servidor aposentado ou pessoa sem familiaridade com sistemas judiciais.
Venda segura deve permitir revisão por advogado, família, contador ou consultor de confiança.
Transparência protege. Sigilo forçado expõe.
10. Promessa de resolver precatório sem documento verificável
Se a pessoa promete liberar, antecipar, comprar ou desbloquear precatório sem apresentar contrato, identificação, análise do processo, cálculo, dados do comprador e caminho verificável, o risco é alto.
Precatório é ativo judicial. A operação precisa ser documentada. Quando há venda, a cessão precisa respeitar titularidade, valor cedido, tribunal, ente devedor, saldo livre e comunicação quando aplicável.
No caso de precatório federal contra União, autarquia ou fundação pública federal, a venda ainda deve considerar a comunicação à AGU, conforme a Portaria AGU 225/2026.
Operação legítima deixa rastro. Fraude deixa urgência.
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Golpe, venda segura ou saque legítimo?
A tabela abaixo ajuda o credor a diferenciar situações comuns envolvendo precatórios e RPVs.
| Situação | Sinal de risco | O que conferir | Conduta segura |
|---|---|---|---|
| Pedido de PIX para liberar precatório | Cobrança antecipada por mensagem privada. | Processo, tribunal, banco e advogado verdadeiro. | Não pagar; validar por canal oficial. |
| Proposta de compra muito rápida | Sem contrato, CNPJ, análise ou valor cedido. | Comprador, contrato, preço, processo e forma de pagamento. | Só avançar com operação rastreável. |
| Mensagem com dados reais do processo | Uso de informação verdadeira para criar confiança falsa. | Fonte dos dados, advogado, tribunal e número oficial. | Não confiar apenas no número do processo. |
| Banco indicado no tribunal | Saque pode ser real, mas pode haver restrição. | Movimentação, demonstrativo, alvará e documentos. | Ir ao banco somente após conferir fonte oficial. |
| Venda com empresa estruturada | Risco diminui quando há contrato e pagamento rastreável. | Identidade, proposta, documentação, cessão e comunicação. | Avaliar com a L4 Ativos antes de assinar. |
Checklist estratégico para não cair em golpe antes de vender precatório
- A pessoa pediu PIX, depósito, taxa, guia, imposto ou custas para liberar o precatório?
- O contato veio de número desconhecido?
- A mensagem usa urgência, ameaça ou prazo curto?
- A pessoa sabe o número do processo, mas não comprova vínculo legítimo?
- O suposto advogado está registrado e ativo na OAB?
- Você confirmou o contato pelo número antigo do advogado ou escritório?
- O pedido aparece no processo ou apenas na mensagem?
- O tribunal confirma a informação no site oficial?
- O banco depositário foi identificado no TRF ou TJ?
- Existe demonstrativo de pagamento?
- Há alvará, bloqueio, penhora ou valor à disposição do juízo?
- O valor líquido foi calculado antes de negociar?
- O comprador apresentou CNPJ, contrato, proposta e forma de pagamento?
- A cessão informa processo, precatório, valor cedido e se é total ou parcial?
- O pagamento da venda será rastreável?
- Há cessão anterior total ou parcial?
- Existe herdeiro, espólio, menor ou incapaz envolvido?
- A comunicação ao tribunal e à AGU foi considerada quando aplicável?
- Você recebeu pressão para não falar com advogado, família ou especialista?
- A L4 Ativos já avaliou a venda antes de qualquer assinatura?
Scoring L4 Ativos: índice de risco de golpe em precatório
O scoring abaixo ajuda o credor a avaliar se a abordagem recebida é segura, suspeita ou possivelmente fraudulenta.
| Pontuação | Interpretação | Conduta recomendada |
|---|---|---|
| 0–39 pontos | Risco altíssimo. Há pedido de pagamento antecipado, urgência, contato desconhecido ou documento sem validação. | Não pagar, não assinar e validar com advogado verdadeiro, tribunal e comprador confiável. |
| 40–69 pontos | Risco intermediário. Há dados reais, mas faltam contrato, CNPJ, fonte oficial, proposta clara ou confirmação independente. | Suspender negociação até validar identidade, processo, valor e documentos. |
| 70–89 pontos | Boa segurança. Há identificação e documentação, mas falta revisar valor líquido, cessão, saldo livre e comunicação. | Avançar apenas após due diligence e contrato formal. |
| 90–100 pontos | Alta segurança. Contato validado, comprador identificado, contrato claro, valor líquido calculado e pagamento rastreável. | Prosseguir com venda segura, se a proposta fizer sentido patrimonial. |
Como calcular o scoring de risco de golpe
Pedido de pagamento antecipado: até 30 pontos negativos
Se houve pedido de PIX, taxa, custas, guia, imposto, cartório ou desbloqueio para liberar precatório, o risco é altíssimo. Esse fator deve derrubar a pontuação imediatamente.
Validação do contato: até 20 pontos
Atribua até 20 pontos se o credor confirmou advogado, escritório, comprador, tribunal, número oficial e canal independente antes de responder ou assinar.
Documentação da venda: até 25 pontos
Atribua até 25 pontos se há contrato, CNPJ, identificação do comprador, processo, precatório, valor cedido, cessão total ou parcial e forma de pagamento.
Valor líquido e titularidade: até 15 pontos
Atribua até 15 pontos se valor bruto, valor líquido, honorários, IR, PSS, bloqueios, herdeiros, cessões anteriores e saldo livre foram analisados.
Pagamento rastreável e governança: até 10 pontos
Atribua até 10 pontos se a venda ocorre com pagamento rastreável, formalização transparente e comunicação ao tribunal e à AGU quando aplicável.
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Erros comuns que levam o credor ao golpe
Confiar apenas porque a pessoa sabe o número do processo
O CNJ alerta que criminosos usam dados reais de processos para enganar vítimas. Informação correta não comprova contato legítimo.
Pagar taxa para liberar valor
Tribunais federais alertam que não há exigência de depósito prévio para liberação de precatórios ou RPVs. Pedido de pagamento antecipado é sinal de fraude.
Responder número desconhecido como se fosse advogado
O credor deve confirmar por canal antigo, site oficial, OAB, escritório conhecido ou telefone previamente validado.
Enviar documentos sem saber quem está do outro lado
RG, CPF, comprovante, procuração, certidão, inventário e dados bancários devem ser enviados apenas após validar a identidade do comprador ou profissional.
Assinar procuração ampla
Procuração com poderes excessivos pode gerar risco. Venda de precatório exige poderes específicos, contrato claro e finalidade definida.
Aceitar proposta sem contrato
Venda segura precisa de contrato formal, valor cedido, data-base, forma de pagamento, identificação do processo e responsabilidades.
Fazer tudo com pressa
Golpistas usam urgência para impedir verificação. Precatório deve ser analisado com calma, mesmo quando o pagamento está próximo.
Estudos de Casos - L4 ATIVOS
Os estudos abaixo mostram como credores podem evitar golpes e transformar a decisão de venda em uma operação segura.
Caso de Sucesso 1 - Credora recebeu pedido de PIX para liberar RPV
Uma aposentada recebeu mensagem com número real do processo e suposto prazo para pagar taxa de liberação da RPV.
- Contexto: RPV federal com expectativa de pagamento;
- Desafio: separar informação verdadeira de pedido fraudulento;
- Plano de ação: validação no tribunal, contato com advogado verdadeiro e análise de banco e movimentação;
- Resultado: a credora não fez o PIX e passou a avaliar apenas canais oficiais e proposta rastreável de compra.
Caso de Sucesso 2 - Servidor recebeu proposta de compra sem contrato
Um servidor federal foi abordado por suposto comprador que prometia pagamento imediato, mas não apresentava CNPJ, contrato nem identificação do valor cedido.
- Contexto: precatório alimentar federal em fase de pagamento;
- Desafio: verificar se era compra legítima ou captação insegura de documentos;
- Plano de ação: conferência de comprador, contrato, preço, valor líquido, saldo livre e forma de pagamento;
- Resultado: o servidor evitou enviar documentos sensíveis e buscou avaliação estruturada com a L4 Ativos.
Caso de Sucesso 3 - Herdeiros foram pressionados por falso advogado
Herdeiros de um credor falecido receberam mensagem dizendo que precisavam pagar custas para desbloquear precatório do espólio.
- Contexto: precatório de servidor falecido com sucessores ainda não habilitados;
- Desafio: confirmar se havia alvará real, inventário, bloqueio ou golpe;
- Plano de ação: análise de certidão de óbito, inventário, processo, TRF, alvará, valor líquido e legitimidade dos herdeiros;
- Resultado: a família entendeu que a solução era regularizar a sucessão e não pagar taxa enviada por mensagem privada.
FAQ - Golpe do falso advogado em precatórios
As respostas abaixo esclarecem dúvidas frequentes de credores, servidores, aposentados, pensionistas, empresas, herdeiros e advogados sobre fraude, cobrança de taxa, PIX falso e venda segura de precatórios.
Existe taxa para liberar precatório?
Tribunais federais alertam que não é exigido depósito antecipado para liberação de precatórios ou RPVs. Pedido de taxa por WhatsApp, telefone ou e-mail deve ser tratado como sinal de fraude.
Se a pessoa sabe meu processo, ela é confiável?
Não. O CNJ alerta que criminosos usam dados reais de processos para aplicar o golpe do falso advogado. Número do processo não comprova legitimidade.
O falso advogado pode usar foto de advogado real?
Sim. Golpistas podem usar foto, nome, logotipo e documentos falsos. Confirme o contato por canal independente e consulte a OAB quando necessário.
Recebi boleto ou guia para liberar RPV. Devo pagar?
Não pague antes de confirmar no processo, no tribunal, no banco e com seu advogado verdadeiro. Cobrança urgente por mensagem privada é sinal de risco.
Venda de precatório também pode ser golpe?
Pode. Desconfie de comprador sem CNPJ, contrato, proposta clara, identificação do crédito, forma de pagamento rastreável e análise documental.
Como vender precatório sem cair em golpe?
Valide comprador, contrato, valor cedido, processo, titularidade, saldo livre, forma de pagamento e comunicação ao tribunal ou à AGU quando aplicável.
O que fazer se já paguei taxa falsa?
Registre boletim de ocorrência, avise seu banco, informe seu advogado verdadeiro, preserve mensagens e denuncie pelos canais adequados da OAB ou do tribunal.
A L4 Ativos cobra taxa para liberar precatório?
Não. A L4 Ativos avalia compra de precatórios com proposta, contrato e pagamento rastreável, sem orientar o credor a pagar taxa antecipada para liberar valor.
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Conclusão: golpe do falso advogado explora pressa, medo e falta de validação
Golpe do falso advogado em precatórios se tornou mais sofisticado porque usa dados reais, linguagem jurídica e canais digitais para criar aparência de legitimidade. O credor vê número do processo, nome correto, suposto valor a receber e acredita que o contato é verdadeiro. O golpe começa justamente aí.
A proteção está em não pagar taxa antecipada, validar todo contato por canal independente, consultar advogado verdadeiro, verificar tribunal e banco, desconfiar de urgência e nunca assinar venda sem contrato, comprador identificado e pagamento rastreável.
Quem quer vender precatório precisa fazer isso com método. A venda segura não começa com pressa, começa com análise: processo, titularidade, valor líquido, saldo livre, contrato, forma de pagamento, comunicação e documentação.
A L4 Ativos avalia precatórios para compra segura, com foco em proteção do credor, proposta transparente, contrato formal, pagamento rastreável e governança jurídica.
Serviços relacionados
A L4 Ativos compra precatórios federais, estaduais, municipais, alimentares, comuns, tributários, empresariais, de servidores, pensionistas, herdeiros e credores que desejam vender com segurança.
Análise antifraude antes da venda
- Verificação de processo, precatório, RPV, TRF, TJ, banco e fase de pagamento;
- Confirmação de titularidade, CPF, CNPJ, herdeiros, espólio, menor, incapaz e poderes de assinatura;
- Análise de valor bruto, valor líquido, honorários, IR, PSS, bloqueios, penhoras e cessões anteriores;
- Validação de proposta, comprador, contrato, forma de pagamento e valor cedido;
- Planejamento de comunicação ao tribunal e à AGU quando aplicável.
Compra segura sem taxa antecipada
- Avaliação profissional antes da proposta;
- Contrato de cessão com identificação clara do crédito e do valor cedido;
- Pagamento rastreável e formalização transparente;
- Sem cobrança de taxa para liberar precatório ou RPV;
- Direcionamento da venda para a L4 Ativos, com foco em liquidez, governança e segurança jurídica.
Recebeu mensagem pedindo taxa para liberar precatório?
Antes de pagar PIX, enviar documentos, assinar procuração ou aceitar proposta de compra sem contrato, envie seu caso para análise da L4 Ativos. Avaliamos se o contato é suspeito, se o crédito existe, se há valor líquido, se a venda é possível e como estruturar uma cessão segura, sem taxa antecipada.
Calculadora de Precatórios 2026
Atualize o valor do seu título judicial com correção estimada (IPCA-E + Juros) e verifique o potencial de venda.
Dados do Processo
O número ajuda a identificar a natureza do crédito (Alimentar ou Comum).
Cálculo de Atualização
Preenchimento obrigatório.
Preenchimento obrigatório.
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Resumo da Atualização
Atualizado por 0 dias
Detalhamento da Conta
| Descrição | Valor |
|---|---|
| Principal (Valor Original) | R$ 0,00 |
| (+) Correção Monetária (IPCA-E) | R$ 0,00 |
| (+) Juros Moratórios | R$ 0,00 |
| TOTAL BRUTO ATUALIZADO | R$ 0,00 |
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