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Golpe do falso servidor do tribunal: como evitar

25/06/2026


Golpe do falso servidor do tribunal em precatórios e RPVs é uma fraude em que criminosos usam WhatsApp, ligações, documentos falsos, brasões, fotos de tribunais, nomes de advogados e dados reais de processos para convencer a vítima a pagar taxa, Pix, boleto, imposto, custas ou “desbloqueio” antes de receber o crédito judicial. Nenhum beneficiário deve pagar valor antecipado para liberar precatório ou RPV sem conferir diretamente no tribunal, no banco oficial, no processo e com profissional de confiança.

O golpe é perigoso porque parece verdadeiro. O criminoso pode saber o nome do credor, número do processo, tribunal, advogado, valor aproximado, tipo de ação e até detalhes da movimentação processual. Com essas informações, cria urgência: “o dinheiro está liberado”, “falta só pagar a taxa”, “o prazo vence hoje”, “se não pagar agora, perde o direito”, “o juiz autorizou”, “o tribunal determinou”.

Em 2026, o STJ alertou para golpe de falso atendimento judicial pelo WhatsApp. Segundo o alerta, criminosos entram em contato dizendo representar a corte, usam imagens associadas ao tribunal e tentam obter dinheiro. O CNJ republicou o aviso e destacou que o STJ não possui canal de atendimento judicial por WhatsApp, não entra em contato sem provocação do interessado e recomenda desconfiar de qualquer pedido de dinheiro ligado a processo em tramitação.

O mesmo padrão aparece em golpes de falso advogado, falso cartório, falsa central do tribunal, falsa liberação de RPV, falso servidor de precatórios e falsa taxa de pagamento. A vítima quase sempre é pressionada a agir rápido e transferir dinheiro para uma chave Pix, conta de pessoa física, boleto suspeito ou link fora do canal oficial.

A L4 Ativos avalia precatórios e RPVs para identificar situação real no tribunal, banco, valor líquido, risco de golpe, documentos, cessão e possibilidade de venda segura.

Por Bruno Leite — Especialista em Ativos Judiciais e Sócio da L4 Ativos.

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RPV atrasada: o que fazer quando o banco não libera o dinheiro

Conteúdo da Postagem:

O que é o golpe do falso servidor do tribunal?

O golpe do falso servidor do tribunal acontece quando uma pessoa se passa por funcionário do Judiciário, servidor de vara, setor de precatórios, central de atendimento, cartório judicial, gabinete, banco conveniado, falso advogado ou falso representante do tribunal para convencer o credor a pagar algum valor antes de receber precatório ou RPV.

A abordagem costuma ser feita por WhatsApp, ligação, SMS, e-mail, rede social ou documento falso. O golpista informa que existe crédito judicial disponível e que o pagamento só será liberado após depósito de taxa, imposto, custas, certidão, alvará, assinatura digital, desbloqueio bancário, autenticação ou “regularização final”.

Esse discurso é falso. Precatórios e RPVs seguem fluxo oficial de pagamento pelo tribunal e bancos oficiais, não por cobrança improvisada via WhatsApp. Tribunais não exigem Pix para liberar valores judiciais a beneficiários.

O risco é maior porque muitos dados processuais são públicos. O criminoso pode usar informação real para construir uma mentira convincente. Por isso, a pergunta não deve ser “a pessoa sabe meu processo?”. A pergunta deve ser: “essa cobrança existe no canal oficial?”.

Aprofunde neste conteúdo:
Golpe do falso advogado em precatórios 2026: como evitar

Por que esse golpe cresce em precatórios e RPVs?

Precatórios e RPVs envolvem valores relevantes, espera longa, ansiedade do credor, linguagem jurídica e pouca familiaridade do beneficiário com sistemas de tribunais. Esse ambiente facilita a fraude.

O credor muitas vezes sabe que tem dinheiro para receber, mas não sabe consultar o TRF, diferenciar RPV de precatório, entender se houve depósito, identificar banco oficial, verificar alvará ou saber se o contato do advogado é verdadeiro. O golpista se aproveita dessa insegurança.

Além disso, o criminoso trabalha com urgência emocional. Ele diz que o valor será perdido, que o prazo vence no mesmo dia, que o juiz autorizou pagamento imediato, que há bloqueio fiscal ou que a vítima precisa agir antes do expediente acabar.

A vítima, com medo de perder o crédito, transfere dinheiro. Depois, o golpista desaparece, troca de número ou pede nova taxa.

O golpe não depende de tecnologia avançada. Depende de pressão, aparência de autoridade e falta de verificação oficial.

Análise técnica — Bruno Leite

O golpe em precatórios raramente começa com uma informação totalmente falsa. Ele começa com um dado verdadeiro retirado do processo e termina com uma cobrança falsa. O criminoso usa o número do processo para ganhar confiança e usa o Pix para roubar.

A regra de proteção é simples: nenhum pagamento antecipado deve ser feito para liberar precatório ou RPV sem conferência direta no tribunal, no banco oficial e com profissional de confiança. Quando existe urgência artificial, sigilo exagerado e cobrança por WhatsApp, o risco de fraude é alto.

— Bruno Leite, CEO L4 Ativos

Alerta L4 ATIVOS – Pedido de Pix para liberar precatório é sinal de golpe
  • Tribunal não cobra Pix para liberar precatório ou RPV por WhatsApp;
  • Falso servidor pode usar brasão, foto de tribunal, linguagem jurídica e dados reais do processo;
  • Taxa de desbloqueio, imposto antecipado, custas urgentes e boleto suspeito são sinais de alerta;
  • Contato com pressão para pagar “hoje” deve ser tratado como risco elevado;
  • Consulta oficial deve ser feita no portal do tribunal, banco oficial e processo;
  • Venda segura exige contrato, comprador identificado e pagamento rastreável, nunca cobrança antecipada.

10 sinais de golpe do falso servidor do tribunal

1. Contato inesperado por WhatsApp dizendo ser do tribunal

O primeiro sinal é contato inesperado por WhatsApp dizendo ser servidor, analista, assessor, setor de precatórios, cartório, gabinete, central de atendimento ou representante do tribunal.

O CNJ republicou alerta do STJ informando que o tribunal não possui canal de atendimento judicial no WhatsApp e não entra em contato sem provocação do interessado. Essa orientação deve servir como filtro geral de segurança: contato judicial não solicitado por WhatsApp merece desconfiança.

Mesmo que a foto do perfil tenha brasão, prédio do tribunal, toga, nome de servidor ou assinatura formal, não confie sem verificar por canal oficial.

Golpista copia aparência. Canal oficial confirma realidade.

2. Pedido de Pix, boleto ou taxa para liberar o dinheiro

O sinal mais forte de golpe é pedido de pagamento antecipado. A cobrança pode aparecer com nomes diferentes: taxa de liberação, custas finais, imposto, ITBI, IR, certidão, alvará, autenticação, desbloqueio, regularização, validação bancária ou tarifa de cartório.

O CNJ já noticiou alerta sobre falso precatório e RPVs em que criminosos cobravam tributos administrativos, encargos e imposto de renda via Pix para contas de pessoas físicas. O TJDFT também alertou sobre golpistas que solicitam Pix sob falso argumento de liberar crédito existente no processo.

Não pague. Primeiro consulte o tribunal, o banco oficial e seu advogado real.

Quem pede Pix para liberar crédito judicial provavelmente quer roubar o credor.

3. Conta bancária em nome de pessoa física desconhecida

Outro sinal forte é chave Pix ou conta em nome de pessoa física desconhecida, empresa sem relação com o processo, suposto cartório, falso setor financeiro ou “conta temporária”.

Pagamentos judiciais de precatórios e RPVs seguem fluxo oficial. Se houver tributo, retenção ou honorário, isso deve aparecer no processo, no demonstrativo, no banco oficial ou no contrato legítimo. Não deve ser cobrado por mensagem informal.

O credor deve conferir o nome do favorecido, CNPJ, vínculo com o processo e motivo jurídico da cobrança. Quando a chave Pix é CPF de terceiro, o risco dispara.

Conta estranha é sinal de fraude.

4. Urgência artificial para pagar no mesmo dia

Golpistas criam pressão emocional. Dizem que o pagamento precisa ser feito até 14h, que o sistema fecha, que o juiz deu prazo, que o crédito volta para o governo, que o alvará perde validade ou que a vítima será removida da fila.

Essa urgência é estratégia para impedir consulta. O criminoso sabe que, se a vítima ligar para o advogado verdadeiro, consultar o tribunal ou falar com familiar, o golpe cai.

Precatório e RPV não devem ser tratados com desespero. Se existe uma providência real, ela estará no processo e poderá ser confirmada por canais oficiais.

Urgência extrema sem documento oficial é alerta vermelho.

5. Documento com brasão, assinatura e linguagem jurídica, mas sem validação oficial

Muitos golpes usam documentos falsos com brasão da República, nome do tribunal, assinatura digital simulada, QR Code, número de processo, timbre, carimbo e linguagem jurídica. O objetivo é dar aparência de legitimidade.

Mas documento bonito não basta. É preciso conferir se ele existe no processo, se o número bate, se o QR Code leva a domínio oficial, se a movimentação aparece no portal do tribunal e se o suposto servidor realmente existe no canal institucional.

Golpistas também enviam “alvará falso”, “mandado de pagamento falso”, “certidão de liberação falsa” e “ofício bancário falso”. A vítima deve validar no processo, não apenas no PDF.

Documento sem conferência oficial é apenas imagem.

6. Pedido de senha, código, token ou dados bancários completos

Outro sinal de golpe é pedido de senha, código de autenticação, token bancário, foto de cartão, acesso ao aplicativo, comprovante com dados sensíveis ou documentos completos sem canal seguro.

O CNJ destacou, ao republicar alerta do STJ, que a corte não solicita senhas ou dados pessoais nos atendimentos. Essa orientação deve ser levada a sério. Tribunal, banco e advogado não precisam de sua senha para liberar precatório.

Documentos pessoais podem ser necessários em procedimentos legítimos, mas devem ser enviados por canal seguro, para profissional identificado e dentro de uma finalidade clara. Senha nunca deve ser compartilhada.

Senha entregue é controle perdido.

7. Número parecido com o do advogado ou escritório verdadeiro

Alguns golpes usam clonagem de WhatsApp ou perfis falsos com foto de advogado, logo do escritório, número parecido, nome correto e linguagem semelhante. O TRF1 alertou sobre falso advogado e clonagem de WhatsApp como modalidades de fraude em serviços judiciários.

Se alguém se apresenta como seu advogado pedindo dinheiro para liberar precatório, ligue para o número antigo que você já conhecia, confirme por chamada de voz, consulte o site oficial do escritório ou fale presencialmente, se possível.

Não use apenas o número que enviou a cobrança. Ele pode ser falso.

Confirme a identidade por canal independente.

8. Promessa de antecipação sem contrato ou proposta clara

Nem toda abordagem é “taxa de liberação”. Alguns golpistas se passam por compradores de precatórios e oferecem antecipação rápida, mas pedem pagamento prévio, assinatura confusa, procuração ampla, documentos excessivos ou dados bancários sem proposta formal.

Venda de precatório é operação séria. Deve ter comprador identificado, contrato de cessão, valor cedido, preço, forma de pagamento, responsabilidade pela comunicação, análise do processo e pagamento rastreável.

Se o suposto comprador não explica quem compra, como paga e qual contrato será assinado, desconfie.

Compra segura paga o credor. Golpe cobra do credor.

9. Informação que não aparece no portal do tribunal

Se a mensagem diz que há depósito, alvará, liberação, bloqueio, taxa ou prazo, essa informação precisa aparecer no processo, no portal do tribunal, no banco oficial ou em documento verificável.

O beneficiário deve consultar o TRF, Tribunal de Justiça, vara, seção de precatórios ou advogado real. Se a informação só existe no WhatsApp do suposto servidor, ela não deve ser considerada confiável.

Print, áudio e PDF não substituem consulta oficial.

A verdade processual está no processo.

10. Pedido para manter segredo ou não falar com o advogado

Golpistas podem dizer que o assunto é sigiloso, que o advogado atrapalhará, que a família não deve saber, que o processo está em fase reservada ou que a vítima perderá o benefício se consultar terceiros.

Esse comportamento é incompatível com pagamento judicial sério. Quem age corretamente não impede verificação. Pelo contrário: incentiva conferência no tribunal, com advogado e banco oficial.

Se a pessoa pede segredo, ela está tentando controlar a vítima.

Transparência protege. Sigilo forçado ameaça.

Veja também:
Falso comprador de precatório: sinais de proposta perigosa

Golpe ou procedimento real: comparação prática

A tabela abaixo ajuda o credor a diferenciar uma comunicação legítima de um possível golpe envolvendo precatório ou RPV.

Situação Sinal de risco Como verificar Conduta recomendada
Mensagem de “servidor” por WhatsApp Contato inesperado com brasão e pedido de resposta rápida. Ligar para canal oficial do tribunal ou consultar o processo. Não enviar dinheiro nem documentos sensíveis.
Pedido de taxa para liberar precatório Pix, boleto ou depósito para pessoa física. Verificar no tribunal, banco oficial e com advogado real. Não pagar taxa antecipada.
Documento de liberação enviado por PDF Assinatura, QR Code ou timbre sem validação no processo. Conferir autenticidade no portal oficial do tribunal. Não agir apenas com base no PDF.
Advogado pede Pix em número novo Mudança de número, urgência e cobrança inesperada. Confirmar por número antigo, site do escritório ou contato presencial. Suspeitar de perfil falso ou clonagem.
Oferta de compra do crédito Promessa de pagamento sem contrato ou com cobrança prévia. Exigir comprador identificado, contrato e pagamento rastreável. Avaliar com comprador profissional e documentado.
Checklist estratégico para identificar golpe em precatórios e RPVs
  • O contato veio por WhatsApp sem você solicitar?
  • A pessoa afirma ser servidor do tribunal, cartório, gabinete ou central judicial?
  • Há pedido de Pix, boleto, taxa, imposto ou custas para liberar o dinheiro?
  • A conta de pagamento é de pessoa física desconhecida?
  • A mensagem diz que o prazo vence hoje?
  • O contato pediu sigilo ou disse para não falar com seu advogado?
  • O documento recebido aparece no portal oficial do tribunal?
  • O número do processo foi consultado diretamente no site do tribunal?
  • O suposto advogado usa número novo ou diferente?
  • Você confirmou com o advogado real por canal antigo e confiável?
  • Há pedido de senha, token, código de banco ou foto de cartão?
  • O valor prometido parece alto demais ou rápido demais?
  • O suposto comprador pediu dinheiro antes de pagar você?
  • O banco oficial confirmou a existência do depósito?
  • O TRF ou TJ informa a movimentação de pagamento?
  • Você conferiu se há alvará, bloqueio, penhora ou herdeiros?
  • A proposta de venda tem contrato claro e comprador identificado?
  • A L4 Ativos já avaliou se o crédito, proposta e documentos são seguros?
Scoring L4 Ativos: índice de risco de golpe em precatórios

O scoring abaixo ajuda o credor a medir o risco de fraude antes de pagar qualquer valor, enviar documentos ou assinar cessão.

Pontuação Interpretação Conduta recomendada
0–39 pontos Risco altíssimo. Há pedido de Pix, urgência, contato não solicitado, documento não confirmado ou conta suspeita. Não pagar, não enviar senha e confirmar tudo nos canais oficiais.
40–69 pontos Risco intermediário. Há dados reais do processo, mas falta confirmação no tribunal, banco ou advogado verdadeiro. Interromper negociação até validar documentos e identidade.
70–89 pontos Risco controlável. O crédito foi localizado, mas ainda falta revisar proposta, contrato, banco e forma de pagamento. Fazer due diligence antes de assinar ou vender.
90–100 pontos Baixo risco aparente. Informações foram confirmadas no processo, banco, tribunal e contrato com comprador identificado. Avançar apenas com documentação formal e pagamento rastreável.

Como calcular o scoring de segurança

Origem do contato: até 20 pontos

Atribua até 20 pontos se você sabe quem entrou em contato, confirmou identidade por canal independente e não recebeu abordagem surpresa de falso servidor.

Pedido de pagamento antecipado: até 25 pontos

Atribua até 25 pontos apenas se não houve pedido de Pix, boleto, taxa, imposto antecipado, custas urgentes ou desbloqueio.

Consulta oficial: até 25 pontos

Atribua até 25 pontos se processo, TRF, TJ, banco oficial, alvará, depósito e movimentação foram conferidos diretamente nos canais oficiais.

Contrato e comprador: até 20 pontos

Atribua até 20 pontos se a proposta de venda tem comprador identificado, contrato claro, valor cedido, forma de pagamento e ausência de cobrança prévia.

Proteção de dados: até 10 pontos

Atribua até 10 pontos se você não enviou senha, token, código bancário, foto de cartão ou documentos sensíveis para desconhecidos.

Veja também:
RPV federal junho 2026: consultar e vender

O que fazer se você recebeu mensagem suspeita sobre precatório?

1. Não pague nada imediatamente

Interrompa a conversa. Não faça Pix, TED, boleto ou depósito. O golpe depende de pressa. Ganhar tempo protege seu dinheiro.

2. Não clique em links desconhecidos

Links podem levar a páginas falsas, coleta de dados, arquivos maliciosos ou formulários fraudulentos. Acesse o site do tribunal digitando o endereço oficial no navegador.

3. Consulte o processo no tribunal

Verifique a movimentação oficial, número do requisitório, depósito, alvará, banco, bloqueios, penhoras e situação de pagamento.

4. Confirme com o advogado verdadeiro

Use o número antigo, e-mail institucional, site do escritório ou contato presencial. Não confirme apenas pelo número que enviou a cobrança.

5. Confirme com o banco oficial

Precatórios e RPVs são pagos por bancos oficiais conforme o tribunal. Se o valor está depositado, o banco oficial deve conseguir orientar sobre o procedimento de saque.

6. Guarde provas da tentativa de golpe

Salve prints, números, áudios, comprovantes, chaves Pix, documentos falsos e links recebidos. Esses elementos podem ajudar na comunicação às autoridades competentes.

7. Avalie venda apenas com comprador identificado

Venda de precatório não exige pagamento antecipado pelo credor. O comprador deve analisar o crédito, apresentar proposta, formalizar contrato e pagar de forma rastreável.

Estudos de Casos - L4 ATIVOS

Os estudos abaixo mostram como a análise correta pode evitar perda financeira em golpes envolvendo precatórios e RPVs.

Caso de Sucesso 1 - Beneficiário recebeu mensagem de falso servidor do tribunal

Um aposentado recebeu WhatsApp com brasão de tribunal, número do processo e promessa de liberação de RPV mediante pagamento de taxa por Pix.

  • Contexto: RPV federal com dados reais usados por criminosos;
  • Desafio: diferenciar comunicação oficial de golpe;
  • Plano de ação: consulta no TRF, verificação de banco, movimentação, ausência de taxa oficial e análise do contato recebido;
  • Resultado: o beneficiário não fez o Pix e confirmou que a cobrança era fraudulenta.
Caso de Sucesso 2 - Herdeiros receberam falso alvará de precatório

Herdeiros de credor falecido receberam PDF com suposto alvará judicial e cobrança de custas para liberar o valor do precatório.

  • Contexto: precatório alimentar em contexto sucessório;
  • Desafio: verificar autenticidade do documento e necessidade real de inventário;
  • Plano de ação: conferência do processo, tribunal, alvará, banco oficial, herdeiros e canal do advogado real;
  • Resultado: a família identificou o documento falso e passou a organizar a titularidade sem pagar taxa indevida.
Caso de Sucesso 3 - Credor confundiu golpe com proposta de compra

Um credor recebeu proposta de antecipação do precatório, mas o suposto comprador exigiu pagamento antecipado para “abrir cadastro” e “desbloquear o contrato”.

  • Contexto: proposta de compra sem comprador identificado;
  • Desafio: separar compra legítima de fraude financeira;
  • Plano de ação: análise do processo, valor líquido, proposta, contrato, identidade do comprador e comparação com a avaliação da L4 Ativos;
  • Resultado: o credor recusou a cobrança prévia e buscou avaliação com pagamento rastreável e contrato formal.

FAQ - Golpe do falso servidor do tribunal em precatórios e RPVs

As respostas abaixo esclarecem dúvidas frequentes de credores, aposentados, pensionistas, servidores, herdeiros, advogados e empresas que recebem mensagens sobre liberação de precatórios e RPVs.

Tribunal entra em contato por WhatsApp para liberar precatório?

O CNJ republicou alerta do STJ informando que o tribunal não possui canal de atendimento judicial por WhatsApp e não entra em contato sem provocação do interessado. Contato inesperado por WhatsApp deve ser tratado com cautela.

Preciso pagar taxa para receber precatório ou RPV?

Não pague taxa, Pix, boleto ou custas de liberação sem confirmação oficial. Golpes costumam usar exatamente esse argumento para roubar credores.

Como saber se a mensagem é verdadeira?

Consulte o processo no portal oficial do tribunal, verifique banco oficial, fale com o advogado verdadeiro por canal conhecido e nunca confie apenas em PDF ou print enviado por WhatsApp.

O golpista sabe meu número do processo. Isso prova que é verdadeiro?

Não. Dados processuais podem ser acessados ou obtidos por terceiros. Informação real pode ser usada para construir uma cobrança falsa.

O que fazer se pediram Pix para liberar RPV?

Não pague. Salve as provas, bloqueie o contato, consulte o TRF ou tribunal responsável e confirme com seu advogado real.

Falso advogado e falso servidor são o mesmo golpe?

São variações da mesma lógica: alguém usa aparência de autoridade ou vínculo jurídico para cobrar dinheiro antes da liberação de crédito judicial.

Venda de precatório pode ser golpe?

Pode, se houver cobrança antecipada, comprador não identificado, contrato confuso, pressão para assinar ou promessa sem análise documental. Venda segura exige comprador formal e pagamento rastreável.

A L4 Ativos ajuda a verificar se é golpe?

Sim. A L4 Ativos avalia processo, proposta, documentos, valor líquido, banco, comunicação e sinais de fraude antes de qualquer cessão ou decisão patrimonial.

Leia também:
RPV atrasada: banco não libera dinheiro?

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Governança em precatórios 2026: vender com segurança

Conclusão: falso servidor usa pressa, autoridade e Pix para enganar credores

Golpe do falso servidor do tribunal em precatórios e RPVs funciona porque mistura dados reais com cobrança falsa. O criminoso usa número do processo, nome do credor, brasão, linguagem jurídica e urgência para convencer a vítima a pagar taxa, imposto, custas ou Pix.

A proteção começa com uma regra: não pague nada para liberar precatório ou RPV sem verificar no tribunal, no banco oficial, no processo e com profissional de confiança. Contato por WhatsApp, documento não confirmado, cobrança em conta de pessoa física e pressão para pagar no mesmo dia são sinais de risco.

Também é preciso separar golpe de venda legítima. Compra séria de precatório ou RPV não cobra valor antecipado do credor. Ela começa com análise documental, proposta clara, contrato, identificação das partes, valor cedido e pagamento rastreável.

A L4 Ativos avalia precatórios e RPVs para proteger o credor contra golpes, propostas perigosas, contratos ruins e decisões tomadas por pressão.

Serviços relacionados

A L4 Ativos compra precatórios e RPVs com análise de documentação, valor líquido, risco de fraude, titularidade, comunicação formal e segurança patrimonial.

Análise de risco de golpe em precatórios
  • Verificação do processo, tribunal, TRF, TJ, requisitório e movimentação oficial;
  • Análise de mensagens recebidas, documentos, supostos alvarás, chaves Pix e boletos;
  • Conferência de banco oficial, depósito, alvará, bloqueios, penhoras e titularidade;
  • Identificação de falso servidor, falso advogado, falso cartório e falso comprador;
  • Orientação para evitar pagamento antecipado, envio de senhas e assinatura insegura.
Compra segura de precatório e RPV
  • Avaliação profissional do crédito antes da proposta;
  • Contrato claro, identificação de cedente, cessionário, valor cedido e forma de pagamento;
  • Pagamento rastreável, formalização transparente e documentação organizada;
  • Análise de cessões anteriores, bloqueios, herdeiros, inventário e valor líquido;
  • Direcionamento da venda para a L4 Ativos, com foco em liquidez, governança e segurança patrimonial.

Recebeu mensagem suspeita sobre precatório ou RPV?

Antes de pagar taxa, fazer Pix, enviar documentos ou assinar proposta por pressão, envie seu caso para análise da L4 Ativos. Avaliamos processo, banco, documentos, mensagem recebida, risco de golpe, valor líquido e possibilidade de venda segura.

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Atualize o valor do seu título judicial com correção estimada (IPCA-E + Juros) e verifique o potencial de venda.

1
Processo
2
Valores
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Resultado
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Valor Atualizado do Precatório
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Descrição Valor
Principal (Valor Original) R$ 0,00
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