Precatório federal 2026 exige consulta correta no TRF, leitura do cronograma do CJF, identificação do ente devedor, análise da ordem cronológica, verificação de prioridade, banco de depósito, valor líquido e eventuais pendências antes de qualquer decisão. O credor não deve confiar apenas em mensagem de WhatsApp, promessa de pagamento, print de processo ou proposta de compra. Para saber se o precatório federal está perto de ser pago, é preciso entender a diferença entre expedição, apresentação, inclusão orçamentária, cronograma de desembolso, depósito e saque.
O pagamento de precatórios federais envolve várias etapas. Primeiro, o processo precisa chegar a uma decisão definitiva. Depois, o juízo da execução expede o ofício requisitório. Em seguida, o precatório é apresentado ao tribunal competente, entra em lista, observa ordem cronológica, natureza do crédito, eventual prioridade ou superpreferência, cronograma financeiro e liberação para pagamento.
Em 2026, o Conselho da Justiça Federal comunicou a publicação do Cronograma de Desembolso Anual da Justiça Federal para atender ao pagamento dos precatórios federais sob responsabilidade da Justiça Federal. Isso significa que há programação financeira para os repasses aos Tribunais Regionais Federais, mas o credor precisa consultar o TRF responsável para verificar a situação específica do seu crédito.
O erro mais comum é achar que “meu precatório está no orçamento” significa “vou sacar hoje”. Não é assim. Entre o orçamento e o dinheiro disponível pode haver processamento, depósito, banco, alvará, retenções, bloqueios, cessões anteriores, herdeiros, divergência cadastral e comunicação de cessão, quando o crédito foi vendido.
A L4 Ativos avalia precatórios federais para identificar fila, TRF, valor líquido, previsão de pagamento, prioridade, bloqueios, risco de golpe, comunicação à AGU e possibilidade de venda segura.
Por Bruno Leite — Especialista em Ativos Judiciais e Sócio da L4 Ativos.
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O que é precatório federal?
Precatório federal é uma requisição de pagamento expedida pelo Judiciário para cobrar valor devido pela União, autarquia federal ou fundação pública federal após decisão judicial definitiva. Ele pode decorrer de ação previdenciária, ação de servidor federal, ação contra universidade federal, crédito alimentar, indenização, contrato administrativo, diferença remuneratória, pensão, aposentadoria ou outro débito reconhecido judicialmente.
A diferença entre precatório e RPV é essencial. A RPV é usada para valores menores, dentro do limite aplicável, e costuma ter prazo mais curto. O precatório é usado quando o valor ultrapassa o limite de RPV e, por isso, entra em programação orçamentária e fila de pagamento.
No ambiente federal, o acompanhamento costuma envolver o Conselho da Justiça Federal e os Tribunais Regionais Federais. O CJF organiza a programação e os limites financeiros da Justiça Federal, enquanto os TRFs administram consultas, filas, depósitos, listas, dados do requisitório e informações específicas de cada beneficiário.
Quem quer consultar pagamento de precatório federal precisa saber: número do processo, número do precatório, TRF responsável, ente devedor, beneficiário, natureza do crédito, exercício orçamentário e situação atual.
Aprofunde neste conteúdo:
Quem é o ente devedor do precatório federal?
Precatório federal 2026: como funciona o cronograma?
O cronograma de desembolso organiza a programação financeira para pagamento de precatórios federais sob responsabilidade da Justiça Federal. Em 2026, o CJF comunicou a publicação do Cronograma de Desembolso Anual, e os valores são encaminhados aos TRFs conforme a programação financeira aplicável.
Mas o cronograma não substitui a consulta individual. O credor precisa verificar no TRF se o seu precatório está incluído, qual é o exercício, se há pendência, se o pagamento foi previsto, se já houve depósito, se há banco indicado e se existe alvará ou bloqueio.
Em março de 2026, o CJF também informou previsão de pagamento a 237 mil beneficiárias e beneficiários de precatórios. Isso mostra a escala dos pagamentos federais, mas cada credor precisa conferir sua situação específica. Dois precatórios federais podem estar no mesmo ano e, ainda assim, ter situações diferentes por causa de prioridade, natureza do crédito, bloqueio, cessão, herdeiros ou documentação.
O cronograma responde “quando a Justiça Federal prevê desembolsar”. A consulta no TRF responde “o que aconteceu com o meu precatório”.
Análise técnica — Bruno Leite
O credor não deve analisar o precatório federal apenas pelo valor bruto ou pelo ano do orçamento. A leitura correta passa por TRF, ente devedor, natureza alimentar ou comum, ordem cronológica, prioridade, superpreferência, valor líquido, bloqueios, herdeiros e previsão real de depósito.
Em 2026, além do cronograma do CJF e das consultas nos TRFs, a venda de precatórios federais exige atenção à Portaria AGU nº 225/2026. Se o crédito for vendido e o devedor for União, autarquia ou fundação pública federal, a comunicação da cessão à AGU deve entrar no planejamento da operação.
— Bruno Leite, CEO L4 Ativos
Alerta L4 ATIVOS – Cronograma não é saque automático
- Cronograma do CJF indica programação financeira, mas não substitui consulta individual no TRF;
- Precatório incluído no orçamento ainda pode depender de processamento, depósito, banco e alvará;
- Ordem cronológica deve ser conferida junto à natureza do crédito e eventuais prioridades;
- Valor líquido pode ser menor que o valor bruto por IR, PSS, honorários, bloqueios e retenções;
- Golpes usam prints, brasões e mensagens de WhatsApp para cobrar taxas falsas;
- Venda segura exige análise documental, contrato claro, comunicação formal e pagamento rastreável.
8 passos para consultar precatório federal em 2026
1. Identifique o TRF responsável
O primeiro passo é saber qual Tribunal Regional Federal administra o seu precatório. A Justiça Federal é organizada por regiões, e o processo pode estar vinculado ao TRF1, TRF2, TRF3, TRF4, TRF5 ou TRF6.
Essa informação aparece no processo, no número do requisitório, na comunicação do advogado, na consulta processual ou no documento de expedição. Sem identificar o TRF correto, a consulta pode não retornar resultado ou levar o credor a interpretar dados errados.
O TRF responsável é quem informa dados como número do precatório, situação da requisição, natureza do crédito, entidade devedora, ano de proposta, movimentações, depósito, banco e eventuais pendências.
Antes de discutir venda, saque ou pagamento, encontre o tribunal certo.
2. Tenha número do processo e número do precatório
Para consultar corretamente, o credor deve reunir número do processo de origem, número do precatório, CPF ou CNPJ do beneficiário, nome das partes e, quando possível, número do requisitório. Alguns portais aceitam consulta por CPF; outros exigem dados adicionais.
O número do processo ajuda a localizar a origem do crédito. O número do precatório ajuda a localizar a requisição de pagamento. O CPF ou CNPJ ajuda a confirmar o beneficiário. Esses dados devem bater entre si.
Se uma proposta de compra usa um número de processo, mas o precatório consultado tem outro beneficiário, outro valor ou outro devedor, há risco. Se o credor não consegue localizar o requisitório, deve pedir auxílio antes de assinar qualquer cessão.
Documentação organizada aumenta segurança e melhora a proposta.
3. Verifique se o crédito é RPV ou precatório
Muitos credores confundem RPV com precatório. Essa diferença muda completamente a decisão. A RPV tem valor menor e costuma ser paga em prazo mais curto. O precatório tem valor superior ao limite da RPV e entra em orçamento e fila.
Se o seu crédito é RPV, talvez a melhor decisão seja aguardar o depósito, especialmente quando o prazo está próximo. Se é precatório, a venda pode ser mais relevante, porque a espera tende a ser maior.
Essa verificação deve ser feita no documento de requisição e na consulta do TRF. Não aceite proposta baseada em “precatório” se o crédito for RPV, nem trate RPV atrasada como se fosse fila de precatório.
O tipo de requisição define a estratégia.
4. Confirme o ente devedor
O ente devedor é quem deve pagar o crédito. No precatório federal, pode ser União, INSS, universidade federal, autarquia, fundação pública federal ou outro ente federal. Essa identificação é decisiva para consultar, precificar, vender e comunicar eventual cessão.
A Portaria AGU nº 225/2026 disciplina a comunicação de cessão de precatórios à União, autarquias e fundações públicas federais quando forem devedoras. Por isso, quem pretende vender precatório federal em 2026 precisa saber exatamente quem é o devedor.
A entidade devedora também influencia risco, prazo, valor líquido e forma de análise. Um precatório contra INSS pode ter características previdenciárias. Um crédito de servidor federal pode ter natureza alimentar. Um crédito empresarial pode ser comum.
Vender sem identificar o devedor é vender sem diagnóstico.
5. Consulte natureza alimentar, comum, prioridade e superpreferência
A Resolução CNJ nº 303/2019 disciplina informações relevantes do ofício precatório e da lista de ordem cronológica, incluindo natureza do crédito, registro de superpreferência, número, valor e posição. A natureza alimentar pode influenciar a ordem de pagamento e a análise de prioridade.
Precatórios alimentares normalmente decorrem de salários, aposentadorias, pensões, benefícios, indenizações e verbas funcionais. Precatórios comuns podem envolver outras matérias patrimoniais. Credores idosos, pessoas com deficiência ou doença grave podem ter direito a superpreferência, conforme requisitos e limites aplicáveis.
Essa informação é essencial antes de vender. Se existe possibilidade de receber uma parcela preferencial, talvez faça sentido vender apenas o saldo remanescente. Se não há prioridade e o prazo é longo, a venda total pode ser mais interessante.
Prioridade muda a análise econômica.
6. Confira a posição na ordem cronológica
A ordem cronológica é a organização dos precatórios conforme o momento de apresentação ao tribunal, observada a entidade devedora e a natureza do crédito. A Resolução CNJ nº 303/2019 prevê divulgação de listas em portais eletrônicos com informações como natureza, número, valor e posição do precatório.
Na prática, a posição na fila ajuda a entender se o pagamento está mais próximo ou mais distante. Mas ela não deve ser analisada isoladamente. É preciso considerar exercício, natureza alimentar ou comum, superpreferência, lista do ente devedor, pagamentos já realizados, orçamento e eventuais bloqueios.
Também é importante lembrar que o tribunal pode ocultar dados de identificação do beneficiário por proteção de dados, o que exige consulta por número ou informações específicas.
A fila mostra ordem. A análise mostra viabilidade.
7. Verifique depósito, banco, alvará e retenções
Mesmo quando o precatório federal entra em fase de pagamento, o dinheiro pode não estar imediatamente disponível para saque. É preciso verificar se houve depósito, qual banco está responsável, se há alvará, se existem retenções, se o advogado tem poderes, se há bloqueio ou se o titular faleceu.
O pagamento pode ocorrer em banco oficial, e o valor pode estar em conta judicial antes de ser transferido ao beneficiário. Se houver imposto, PSS, honorários, penhora, reserva judicial ou cessão anterior, o valor líquido pode ser menor que o valor bruto.
Essa etapa é crítica para evitar frustração e golpe. Mensagem dizendo “já está liberado” não basta. O credor deve confirmar banco, processo e movimentação oficial.
Depósito sem saque pode ter causa documental.
8. Avalie venda com base no prazo real, não no boato
Depois de consultar o TRF, identificar o devedor, conferir fila, natureza, prioridade, valor líquido e pendências, o credor pode comparar três caminhos: esperar, vender todo o precatório ou vender parte.
Esperar pode ser melhor quando o pagamento está próximo, o valor líquido é claro e não há urgência financeira. Vender pode ser melhor quando o prazo é longo, existe necessidade de caixa, há risco de espera ou o credor quer transformar crédito futuro em dinheiro presente. A cessão parcial pode equilibrar liquidez e preservação de saldo.
O erro é vender por medo ou esperar por desinformação. A decisão deve ser tomada com dados.
A L4 Ativos avalia prazo real, valor líquido e proposta segura antes da cessão.
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Consulta de precatório federal 2026: o que cada informação significa?
A tabela abaixo ajuda o credor a interpretar os principais dados que aparecem em consultas de precatórios federais nos TRFs.
| Informação consultada | O que significa | Risco de interpretação | Conduta recomendada |
|---|---|---|---|
| Precatório expedido | O juízo da execução requisitou o pagamento ao tribunal. | Achar que o valor já está disponível para saque. | Verificar apresentação, exercício e fila no TRF. |
| Incluído no orçamento | O crédito entrou na programação do exercício. | Confundir previsão orçamentária com depósito imediato. | Acompanhar cronograma do CJF e movimentação do TRF. |
| Natureza alimentar | Crédito ligado a verba alimentar, como salário, aposentadoria ou pensão. | Achar que alimentar sempre paga imediatamente. | Analisar prioridade, superpreferência e valor líquido. |
| Ordem cronológica | Posição do crédito na lista de pagamento do ente devedor. | Ignorar natureza, prioridade e bloqueios. | Comparar fila, exercício, pagamentos realizados e pendências. |
| Depósito indicado | O valor pode ter sido encaminhado ao banco oficial. | Achar que cairá automaticamente na conta pessoal. | Confirmar banco, alvará, retenções e forma de saque. |
Checklist estratégico para consultar precatório federal em 2026
- Você sabe qual TRF administra o precatório?
- Você tem número do processo de origem?
- Você tem número do precatório ou requisitório?
- O crédito é precatório ou RPV?
- O ente devedor é União, INSS, universidade federal, autarquia ou fundação pública federal?
- O precatório é alimentar ou comum?
- Há direito de prioridade ou superpreferência?
- O exercício orçamentário foi identificado?
- O crédito aparece na lista de ordem cronológica?
- O tribunal informa posição, valor ou situação de pagamento?
- O CJF já publicou cronograma ou previsão aplicável ao exercício?
- Houve depósito em banco oficial?
- Existe alvará ou autorização para saque?
- Há imposto de renda, PSS, honorários ou retenções?
- Há bloqueio, penhora, dívida ativa ou reserva judicial?
- O titular está vivo ou há herdeiros?
- Existe cessão anterior ou cessão parcial?
- Se houver venda, a comunicação à AGU será necessária?
- A proposta da L4 Ativos foi comparada com o prazo provável de pagamento?
Scoring L4 Ativos: índice de clareza do pagamento do precatório federal
O scoring abaixo ajuda o credor a saber se já possui informações suficientes para esperar, vender ou revisar o precatório federal.
| Pontuação | Interpretação | Conduta recomendada |
|---|---|---|
| 0–39 pontos | Baixa clareza. O credor não sabe TRF, exercício, fila, devedor, valor líquido ou situação de pagamento. | Não vender nem esperar no escuro. Primeiro, localizar o precatório no TRF. |
| 40–69 pontos | Clareza intermediária. O precatório foi localizado, mas faltam prazo real, valor líquido, prioridade ou pendências. | Revisar documentos, cálculo e situação no tribunal antes da decisão. |
| 70–89 pontos | Boa clareza. TRF, devedor, natureza e exercício foram identificados, mas falta comparar espera e venda. | Simular venda total, venda parcial e espera pelo pagamento. |
| 90–100 pontos | Alta clareza. Fila, valor líquido, prazo, prioridade, banco, pendências e proposta estão mapeados. | Decidir com segurança entre aguardar, sacar ou vender. |
Como calcular o scoring do precatório federal
Consulta no TRF: até 25 pontos
Atribua até 25 pontos se você identificou TRF, número do precatório, processo de origem, beneficiário, ente devedor, exercício e movimentação atualizada.
Fila e cronograma: até 20 pontos
Atribua até 20 pontos se ordem cronológica, lista de pagamento, natureza do crédito, cronograma do CJF e previsão do TRF foram analisados.
Valor líquido: até 20 pontos
Atribua até 20 pontos se valor bruto, valor atualizado, IR, PSS, honorários, bloqueios, penhoras e retenções foram calculados.
Titularidade e pendências: até 20 pontos
Atribua até 20 pontos se herdeiros, inventário, alvará, cessões anteriores, dívida ativa, bloqueios e documentação foram revisados.
Decisão patrimonial: até 15 pontos
Atribua até 15 pontos se você comparou esperar, vender tudo, vender parte, comunicar a cessão e receber com segurança.
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Erros comuns ao consultar precatório federal
Achar que orçamento é pagamento imediato
Estar incluído no orçamento ou no cronograma financeiro não significa saque automático. É preciso acompanhar depósito, banco, alvará e movimentações do TRF.
Consultar o tribunal errado
Precatórios federais são administrados por TRFs. Consultar o portal errado pode gerar informação incompleta ou falsa impressão de inexistência do crédito.
Ignorar a natureza alimentar
A natureza alimentar pode influenciar prioridade, superpreferência e decisão de vender ou esperar. Ela deve ser confirmada no requisitório.
Comparar proposta com valor bruto
A proposta de compra deve ser comparada com valor líquido provável, não apenas com o valor bruto indicado no processo.
Não verificar cessão anterior
Se o crédito já foi cedido total ou parcialmente, o saldo disponível pode ser menor. Cessões sucessivas precisam de análise documental.
Não considerar comunicação à AGU
Depois da Portaria AGU nº 225/2026, a cessão de precatórios federais contra União, autarquias ou fundações públicas federais deve considerar comunicação à AGU.
Confiar em WhatsApp sobre liberação
Golpistas usam dados reais de processos para cobrar taxas falsas. A confirmação deve ocorrer no tribunal, banco oficial e com profissional confiável.
Estudos de Casos - L4 ATIVOS
Os estudos abaixo mostram como a consulta correta de precatório federal evita erro de prazo, venda mal calculada e risco de golpe.
Caso de Sucesso 1 - Credor achava que o precatório seria pago em poucos dias
Um credor recebeu mensagem dizendo que o precatório federal estava “liberado”, mas a análise mostrou que o crédito estava incluído no cronograma, sem depósito disponível para saque.
- Contexto: precatório federal alimentar em exercício de pagamento;
- Desafio: diferenciar previsão, orçamento, depósito e saque;
- Plano de ação: consulta no TRF, verificação de cronograma, ordem cronológica, banco, valor líquido e pendências;
- Resultado: o credor entendeu o prazo real e pôde comparar espera com proposta de venda segura.
Caso de Sucesso 2 - Herdeiros tinham precatório federal na fila, mas sem titularidade regular
Herdeiros de beneficiário falecido consultaram o precatório, mas o valor não poderia ser levantado sem regularização sucessória.
- Contexto: precatório federal de titular falecido;
- Desafio: identificar inventário, quotas, alvará e legitimidade para venda ou saque;
- Plano de ação: revisão de certidão de óbito, formal de partilha, processo, valor líquido, herdeiros e proposta da L4 Ativos;
- Resultado: a família evitou assinatura sem legitimidade e passou a negociar apenas o saldo disponível.
Caso de Sucesso 3 - Servidor federal comparou esperar, vender tudo ou vender parte
Um servidor federal tinha precatório alimentar, mas precisava de liquidez para quitar dívidas. A dúvida era vender o crédito inteiro ou aguardar o pagamento.
- Contexto: precatório de servidor federal com natureza alimentar;
- Desafio: comparar prazo, prioridade, valor líquido, deságio e necessidade financeira;
- Plano de ação: consulta no TRF, análise da fila, retenções, possibilidade de cessão parcial e comunicação formal;
- Resultado: o credor avaliou venda parcial como alternativa para obter liquidez sem abrir mão de todo o saldo.
FAQ - Precatório federal 2026
As respostas abaixo esclarecem dúvidas frequentes de servidores, aposentados, pensionistas, beneficiários do INSS, herdeiros, empresas e advogados sobre consulta e pagamento de precatórios federais em 2026.
Como consultar precatório federal em 2026?
Identifique o TRF responsável e consulte pelo número do processo, número do precatório, CPF ou CNPJ do beneficiário, conforme os campos disponíveis no portal do tribunal.
O CJF paga diretamente o meu precatório?
O CJF organiza programação e limites financeiros no âmbito da Justiça Federal, mas o credor deve consultar o TRF responsável para verificar a situação específica do precatório, depósito e banco.
Precatório incluído no orçamento já pode ser sacado?
Não necessariamente. Inclusão no orçamento é etapa anterior ao pagamento efetivo. Pode haver processamento, depósito, alvará, banco, bloqueio ou retenções.
Como saber se meu precatório está na fila?
Consulte a lista de ordem cronológica do tribunal responsável ou a página de precatórios do TRF, verificando número, natureza, posição e entidade devedora.
Precatório alimentar federal paga antes?
Ele tem preferência sobre precatórios comuns, mas isso não significa pagamento imediato. É necessário verificar fila, prioridade, superpreferência e cronograma.
Posso vender precatório federal antes do pagamento?
Sim, pode ser possível vender total ou parcialmente, desde que o crédito esteja disponível, o contrato seja claro, o valor cedido seja definido e as comunicações sejam observadas.
A venda precisa ser comunicada à AGU?
Quando o devedor for União, autarquia ou fundação pública federal, a cessão deve ser analisada conforme a Portaria AGU nº 225/2026, além da comunicação ao tribunal de origem.
A L4 Ativos avalia precatório federal antes da venda?
Sim. A L4 Ativos avalia TRF, fila, valor líquido, prazo provável, pendências, contrato, comunicação e possibilidade de compra segura.
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Precatório federal 2026 deve ser acompanhado com método. O credor precisa identificar o TRF, localizar o requisitório, confirmar o ente devedor, verificar natureza alimentar ou comum, entender ordem cronológica, consultar cronograma, analisar valor líquido, conferir depósito, banco, alvará e pendências.
O cronograma do CJF é uma referência importante para o pagamento dos precatórios federais, mas não substitui a consulta individual no TRF. Cada crédito pode ter situação própria por causa de prioridade, superpreferência, bloqueio, herdeiros, cessão anterior, retenções ou pendência documental.
Se o pagamento estiver próximo, esperar pode ser melhor. Se o prazo for longo, se houver urgência financeira ou se o credor quiser transformar crédito futuro em liquidez imediata, a venda total ou parcial pode ser avaliada com segurança. Em precatórios federais, a cessão também deve considerar a comunicação à AGU quando o devedor for União, autarquia ou fundação pública federal.
A L4 Ativos avalia precatórios federais para que o credor decida com clareza entre esperar, vender parte, vender tudo ou regularizar pendências antes do pagamento.
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Análise de precatório federal
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